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...de cada R$ 100,00 que a empresa gasta com o funcionário, R$ 75,00 são confiscados pelo governo...O político vai para o Hospital Sírio Libânes e o povo vai para o matadouro...Como é bom o socialismo onde todos são iguais, só que alguns são mais iguais do que os outros...

Leia Aqui o Motivo dos Sindicatos Serem Tão Ricos

Direitos Trabalhistas é a maior causa de Pobreza no Brasil. Com fontes de informações

O Motorista do UBER em New York não paga nada para a prefeitura e em São Paulo paga R$60.000 por uma licença http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/10/1691622-licenca-para-motorista-do-uber-pode-chegar-a-r-60-mil-em-sp.shtml
Artigo 11: A CRISE RUSSA DE 1998 que arrastou o Brasil se repete em 2015. Brasil afunda com fuga de capitais. Não só capitais estrangeiros fogem da Rússia e Brasil, capitais nacionais fogem. Cuba se alia a Obama, Muçulmano e Comunista.

Artigo 12: Getúlio Vargas um ditador assassino, que matava presos políticos. Meu tio avô, Ubirajara Pereira Barreto, foi morto no presídio de Ilha Grande com vidro moído na comida...

Implantou o Populismo no Brasil que hoje é seguido pelo PT. Vargas implantou os direitos trabalhistas, restaurantes populares, PETROBRAS...que logo abaixo está detalhadamente explicado, que só empobrece o país. O PT seguiu o Populismo implantando o Bolsa Família...Os americanos jamais criaram a PetroUSA...

VÍDEO com TANCREDO NEVES elogiando a DITADURA VARGAS quando AÉCIO NEVES já era seu secretário...

DERRUBE O PT E COMUNISTAS. BASTA LER E DIVULGAR !!!

Artigo 10: Como o PT atacou duramente o governo FHC que prometeu acabar com a era Vargas...

Artigo 14: A Justiça do Trabalho brasileira é um Tribunal de Exceção, e deve ser extinta

Direitos Trabalhistas - FHC Tentou Reduzir e Implantar o Parlamentarismo (?)

Corrija o SÁBIO e o fará mais SÁBIO... Corrija um TOLO e o fará seu INIMIGO!!!

1- Getúlio Vargas criou a enganação dos direitos trabalhistas

Direitos trabalhistas que nos fazem tudo importar e apenas exportar produtos não manufaturados como grãos e minérios.

Produzir manufaturados no Brasil custa 13% mais caro que nos Estados Unidos, 150% mais caro que na China. Então não há emprego, não há como exportar...

Na indústria automobilística brasileira há um acordo para dirigentes sindicais, fabricantes de veículos, políticos e governo ganharem às custas do trabalhador e consumidor. Um veículo aqui custa 6 vezes mais caro que nos EUA.

Este acordo se repete em tudo, tudo aqui é mais caro...

Faça esta busca no Google: "Brasil exporta petróleo e importa gasolina" e encontra estes resultados http://www.google.com.br/search?q=brasil+exporta+petroleo+e+importa+gasolina que inclui este: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/brasil-importa-mais-de-us-40-bi-em-petroleo-e-derivados-em-2013-3 onde importamos US$40 Bilhões em gasolina e outros derivados de petróleo em 2013.

POPULISMO: Os políticos, juízes, advogados e sindicalistas ganham muito. O povo é mantido enganado e para isto há uma imprensa comprada, faculdades mentirosas e comunistas, faculdades pagou passou. Temos uma população ignorante não sabe que leva vida de gado. Há que se manter todos sem educação, com falsa educação. Quem ignora é ignorante.

Nos EUA o salário mínimo equivale a R$3.000,00 (janeiro 2014) e um garçon ganha até R$20.000,00 mensais (garçon médio). Leia sobre a recuperação americana que é sempre mais rápida que em outros países após as crises mundiais.

NÃO JOGAM FUTEBOL, ENTÃO OS BRASILEIROS NÃO CONHECEM: A Noruega tem o salário mínimo de R$14.000,00 (janeiro 2014) tem território 4 vezes maior que a Inglaterra, 1,5 vezes maior que a França, paga viagens de férias para seus trabalhadores para qualquer lugar do mundo. Tem um fundo soberano, sobras além das reservas, de US$ 1 trilhão - o maior do planeta - SOBRAS!!! O PIB per capta da Noruega é de US$100 mil e o do Brasil é de US$11 mil. Publico isto no Facebook e Google Plus há mais de um ano e a maioria que lê não acredita, recebo comentários assim: é uma ilhota! Como pode ter tanto dinheiro? Isto é mentira!

NOSSO POVO JÁ FOI GADO, HOJE SÃO MINHOCAS,

a Noruega é (creio) o 2º maior país da Europa e como não jogam futebol ninguém conhece.

A Noruega é monarquia parlamentarista com voto distrital.

Exportamos café em grãos, mas não temos preço para exportar café solúvel !!!

Discurso do ministro do Trabalho, Indústria e Comércio de Vargas, Alexandre Marcondes Filho, em abril de 1943, dias antes da promulgação da CLT, mostra que a proteção aos trabalhadores era usada como propaganda política. Ele cita o período democrático de 1926 como referência de desprezo pela vida dos operários:

“Em matéria de direito social, quem percorre os anais da Câmara, quem os abre, por exemplo, em 1926, quando estávamos no apogeu da nova velha liberal democracia, encontra declarações verdadeiramente cruéis para o proletariado, proferidas por nomes ilustres. Dali extraio algumas que repetirei, textualmente: ‘Limitar as horas de trabalho é cercear a liberdade de contratar serviços’. Outra: ‘A criança pode trabalhar dez ou 12 horas por dia sem se fatigar’. Mais uma: ‘O salário da mulher não será nunca um salário normal’.”

A CLT, e quase todas as reformas trabalhistas no mundo ocorreram em governos ditatoriais, nas democracias, as reformas são homeopáticas.

2- Fernando Henrique Cardoso, o FHC tentou reduzir os direitos trabalhistas (?)

Mas a Máfia PT, CUT e sindicatos não o permitiram. Greves para desestabilizar o Real, investidores de fora e dentro do país levando capitais para fora com medo dos comunistas trabalhistas populistas assumirem o poder (igual em 1964). O dinheiro das privatizações de FHC foi todo para salvar o Real e não para EDUCAÇÃO e infraestrutura como planejou o ex-comunista FHC.

Se FHC tivesse conseguido seríamos um país com tecnologia, produziríamos smartphones como Sansung, os turistas não teriam que ir para fora comprar tudo 6 vezes mais barato que aqui.

O Panamá cobra um máximo de 7% de impostos, imposto único que FHC planejou implantar, e cresce 11% ao ano enquanto o Brasil decresce -5% ao ano 2015 (oficialmente estamos em 3% para quem crê em IBGE).

3- O Brasil tem 2.500 ações trabalhistas para cada 1 ação trabalhista no Japão e 30 nos EUA

Com a Justiça do Trabalho, sustentamos juízes, sindicalistas, políticos e advogados. POPULISMO e enganação, os mesmos que afundaram a Argentina com o PERONISMO. PERON foi o Getúlio dos Argentinos, até Peron a Argentina era um país a nível dos europeus...

4-Tudo o que vem de graça é ENGANAÇÃO

Não é de graça e você paga geralmente 4 ou 6 vezes mais pelo que recebe de graça.

Comunistas prometem tudo grátis, logo irão prometer que 100% da população poderá ficar em casa e receber comida, saúde, viajens...

EXEMPLO: Para ir além da Dilma a Marina Silva agora em 2014 prometeu o 13º do BOLSA FAMÍLIA. Tudo o que é recebe grátis pagará 4 à 6 vezes mais caro. Fora comunistas populistas enganadores !

Pesquise por Publicidade, Marketing, Maslow e grátis, então descobrirá que "grátis" é a palavra mais lucrativa do mundo. Quanto mais ignorante, mais se acredita em esmolas e se torna súdito de senhores feudais.

 

5- A melhor medicina gratuita do mundo, "SUS", está em um país monárquico parlamentarista

Reino Unido

Reino Unido Gasto público em saúde: 8,2% do PIB de US$ 39.350,64 para 60.000.000 de habitantes (Brasil 3,7% de um PIB de US$ 11.208,08 para 200.000.000 de habitantes).
Reino Unido Gasto per capita (público + privado): US$ 3.438 por habitante (Brasil)

O sistema de saúde do Reino Unido é uma espécie de pai do SUS. Criado após a Segunda Guerra Mundial, é exemplo de atenção à saúde básica.

Isso porque há uma ligação mais pessoal entre paciente e médico que no Brasil, já que a consulta tende a ser sempre com o mesmo profissional e deve ser feita no bairro de residência do paciente.

Para se dirigir a qualquer especialista, só se houver um “ok” deste médico. Eles podem ganhar dinheiro extra se os pacientes permanecem saudáveis.

Mas o Sistema de Saúde Britânico é alvo de críticas. A mais constante delas é - acredite se quiser - reflexo da transparência do sistema. A agência NICE, que decide que tratamentos serão ou não custeados pelo governo, tem critérios muito estritos e claros na hora de adotar novos medicamentos, com um índice que, na prática, aponta o “custo benefício” de prolongar a vida das pessoas.

No Brasil, muitas drogas de alto custo são compradas apenas com decisão judicial, o que termina por criar um orçamento paralelo na saúde.

Somos um país de TOLOS que acreditam na palavra "GRÁTIS" a palavra mais usada em Marketing para ganhar dinheiro.

Como todos parados, sem produzir, poderão receber tudo grátis? Este é o paraíso dos comunistas na cabeça dos tolos: Direitos!!!

6- FHC fez um plebiscito sobre parlamentarismo que os comunistas derrubaram (?)

Em 1993 com apoio do presidente Itamar Franco, FHC, ex-comunista, apoiou o plebiscito do parlamentarismo que se originou no Partido da Social Democracia de São Paulo com o deputado Antônio Henrique Bittencourt da Cunha Bueno (nada com o PSD atual). Havia a opção PARLAMENTARISMO, presidencialismo, MONARQUIA PARLAMENTARISTA que é o que melhor funciona no mundo, mas os comunistas venceram e além do voto direto implantaram o voto do analfabeto (quanto mais ignorante quem vota é melhor para os comunistas). Leia sobre a vitória comunista nas diretas já de 1984.

Quando presidente, FHC novamente falou muito sobre PARLAMENTARISMO, mas PT, CUT, OAB...

7- EXIJA O PARLAMENTARISMO !!! Apoie a redução dos direitos trabalhistas !!! Que tenhamos direitos como no Japão, EUA, China... A Recuperação Americana é Sempre Mais Rápida !!!

Fazendo isto acabaremos com sindicatos, politicos falso comunistas (enganadores do povo, máfia que se finge comunista).

8- O Novo Alvo dos Comunistas São as Empresas de MotoBoys e os Autônomos

Com o país em recessão e as empresas do ramo crescendo, os motoboys autônomos e empregados já passando de 1.000.000 no país, estes são os novos alvos para os comunistas arrecadarem dinheiro em benefício dos políticos, SINDICATOS...

Leia os custos, leia se algum motoboy quer isto? http://oglobo.globo.com/brasil/lei-que-preve-adicional-motoboy-por-profissao-perigosa-deve-atingir-so-um-terco-da-categoria-12972988 Nítidamente dinheiro para sindicatos - http://www.motoboy.com/blog/o-que-e-preciso-para-ser-motoboy-confira-leis-basicas-condumoto-licenca-obrigatoria/ apenas 7% dos MotoBoys autônomos estão conseguindo o dinheiro da chantagem...

Mais comunismo: Crescem muito as ações por assédio moral e assim o custo Brasil cresce ainda mais. Novamente o desemprego cresce, empresas fecham, mudam para outros países, OAB MAFIOSA, sindicatos e políticos ganham e o trabalhador pensa que ganha com isto.

9- Cartórios Particulares Com Filas Enormes

Só no Brasil há o reconhecimento de firma em cartórios particulares com custo alto e muitas filas, em qualquer outro país é muito diferente.

Tirar licença de motorista no Brasil é 6 vezes mais caro que nos EUA...

Abrir uma empresa no Brasil custa 6 Vezes mais que em outros países. E leva 45 dias para abrir, contra 1 dia no Canadá.

10- A Visão Petista sobre o governo FHC ás vésperas da vitória de Lula

A regressão do trabalho na “era FHC” (título de livro petista)

Chegada a hora da eleição do novo presidente da República, cabe fazer um balanço sobre os efeitos das políticas adotadas pelo atual governo no que se refere à questão do trabalho. De imediato, uma conclusão óbvia: nos seus quase oito anos de mandato, FHC foi responsável por uma brutal regressão neste campo, o que lhe garante o título do presidente que provocou os maiores estragos nas relações de trabalho em toda história da vida republicana. No seu longo reinado o desemprego bateu recordes, os salários foram corroídos, avolumou-se a chaga da informalidade e houve um feroz desmonte da legislação trabalhista.

Quando tomou posse pela primeira vez, em janeiro de 1995, FHC pronunciou um badalado discurso no qual disse que sua missão seria "acabar com a era Vargas". Agora, nos estertores de seu governo, ficam patentes os resultados devastadores desta política. Se a “era Vargas”, com todas as suas contradições, entrou para a história por implementar um projeto de nação, que inclusive contribuiu para a regulação do trabalho, a “era FHC” será lembrada como uma etapa de destruição da economia nacional e do trabalho. O sintoma mais dramático deste desastre se expressa no desumano crescimento do desemprego.

Explosão do desemprego

Segundo estatísticas do IBGE, no final de 1994 o desemprego vitimava 4,5 milhões de trabalhadores, o equivalente a 6,1% da força de trabalho no país. Ao término do primeiro mandato de FHC, em 1998, ele desgraçava a vida de 7 milhões de brasileiros – 9,2% da População Economicamente Ativa. Já em 2000, último ano das informações oficiais do IBGE, atingia 11,5 milhões de trabalhadores, próximo à explosiva taxa dos 15% da PEA. Ou seja: um milhão de desempregados a mais para cada ano de governo FHC.

Além do seu aumento vertiginoso, também houve uma mudança no perfil dos desempregados no reinado tucano. Ao invés de concentrado nos trabalhadores de baixa escolaridade e qualificação, como nos anos 80, ele cresceu entre as pessoas de maior escolaridade, adultos, chefes de família e ocupados em funções hierarquicamente superiores. A taxa de desemprego foi mais expressiva para os trabalhadores com escolaridade entre quatro e sete anos do que para aqueles com menos de um ano de acesso à educação.

Atualmente, este drama atinge em especial a juventude. De cada dois desempregados no país, um possui menos de 25 anos de idade. “Excluídos dos mecanismos de garantia de renda e vetados pelo mercado de trabalho, os jovens seguem, cada vez mais, sem perspectiva de futuro”, lamenta o economista Marcio Pochmann. Para os jovens das camadas médias, a saída encontrada é a fuga do país – cerca de 1,4 milhão de jovens emigraram do Brasil nos últimos anos.

Já para os jovens das famílias de menor renda, as opções se encontram no trabalho precário (ambulante, segurança, entre outros de baixo salário), quando não na prostituição, na droga e na criminalidade. “A violência juvenil, que consagra aos jovens os indicadores de homicídio sem paralelo nacional, somente associado aos países em conflito aberto, é produto da política de FHC”, garante Pochmann.

Corrosão dos Salários

Se a explosão do desemprego na “era FHC” é uma realidade inconteste, admitida até mesmo pelo mais cínico bajulador do atual governo, já no que se refere aos rendimentos a propaganda oficial insiste em vender a ilusão de que houve uma melhora do poder aquisitivo durante o reinado tucano. Esta seria uma “conquista do Plano Real”, que teria eliminado o efeito corrosivo da inflação sobre os salários. Um olhar mais atento, entretanto, anula mais este mito neoliberal tão disseminado pela mídia chapa-branca.

Recente pesquisa do IBGE confirma que a renda real dos trabalhadores, já descontada a inflação, está em queda há quatro anos consecutivos. Desde de 1998, acumulou perda de 10,8%. Vários fatores explicam tal corrosão. Um deles é o próprio desemprego, que diminui o poder de barganha dos que estão na ativa e comprime os salários. Outro é o aumento do mercado informal do trabalho, onde os rendimentos são bem inferiores. Há também toda a ação planejada do atual governo para desvalorizar os salários.

Antes mesmo de assumir a presidência da República, ainda como ministro da Fazenda de Itamar Franco, FHC apresentou um projeto pondo fim à política salarial vigente há 30 anos, que garantia a indexação dos salários. Sem esta legislação de proteção, a renda dos assalariados ficou a mercê da dinâmica do mercado. Num cenário de brutal desemprego, os sindicatos não tiveram força para garantir a manutenção – e, muito menos, a elevação – do poder aquisitivo. Vingou a “livre negociação” entre a forca e o enforcado!

Além disso, FHC investiu pesado para enfraquecer o salário mínimo como um agente regulador da renda no país. No seu reinado, houve recorrente esvaziamento do seu papel, com o rebaixamento do seu valor real, a regionalização de sua fixação e a separação do seu valor do piso da Previdência Social. Outra vítima deste governo foi o funcionalismo público, que ficou quase oito anos com o seu salário congelado.

Estudo do Dieese é taxativo: “A renda do trabalho não acompanhou, ao longo desse período, os ganhos de produtividade da economia. Nem mesmo manteve o poder de compra dos que vivem de salários. Ao contrário, apesar de alguns momentos de recuperação, o saldo do período é de diminuição do poder aquisitivo de todos os que têm no trabalho sua fonte de renda. O salário mínimo, importante instrumento distributivo e de regulação do mercado de trabalho, atingiu os mais baixos patamares de sua história”.

Chaga da informalidade

Outro desastre do ponto de vista do trabalho foi o crescimento da informalidade. Nos quase oito anos de reinado tucano, esta praga cresceu como erva daninha. Atualmente, segundo a Organização Internacional do Trabalho, apenas um em cada três brasileiros é assalariado com registro formal. Dos 76,5 milhões de pessoas que compõem a População Economicamente Ativa (PEA), somente 24 milhões possuem algum tipo de proteção social e trabalhista. O restante está desempregado ou vegeta no mercado informal.

Apesar das diversas faces da informalidade, o grosso destes trabalhadores vive totalmente desamparado – sem qualquer direito trabalhista ou previdenciário –, trabalha longas jornadas, ganha míseros rendimentos e nem sequer conta com o respaldo de uma organização sindical. Um estudo feito pela CUT na cidade de São Paulo, intitulado “Mapa do trabalho informal”, indicou que a jornada média entre os entrevistados era de 76 horas semanais. Mostrou também que “a grande maioria dos informais exerce atividades precárias, quase todas sujeitas à repressão policial, o que torna os ganhos extremamente instáveis e incertos”.

O vertiginoso aumento desta chaga tem tudo a ver com o receituário neoliberal aplicado por FHC. É certo que a informalidade já existia antes da sua posse. Mas até os anos 80 havia um processo de ampliação do assalariamento formal. De cada dez postos de trabalho criados no país, oito eram empregos assalariados – sendo sete com carteira assinada. A partir da década de 90, porém, houve uma inversão desta tendência histórica – de cada dez empregos criados somente dois são assalariados e ainda sem registro em carteira.

As razões do crescimento da informalidade são bem conhecidas. A primeira decorre da própria explosão do desemprego. A segunda deriva dos míseros salários, que tornam o setor uma opção de subsistência. A terceira relaciona-se à investida da flexibilização trabalhista, que multiplicou os contratos precários de trabalho. Por último, existe a “ilusão” de se livrar do jugo do patrão, construindo um “negócio próprio”.

Mas ocorre que este setor já dá sinais de esgotamento. Durante algum tempo, ele serviu de “colchão”, amortecendo os dramáticos efeitos do desemprego. Antes, a abertura do pequeno negócio era uma opção para quem não encontrava emprego. Hoje, porém, ele está saturado. “As estatísticas mostram que não há mais espaço para o crescimento dos autônomos”, afirma Sérgio Mendonça, diretor do Dieese. O resultado deste inchaço é que a renda destes trabalhadores, segundo o IBGE, hoje é inferior a R$ 240,00 por mês.

Desmonte Trabalhista

Por último, vale destacar o violento processo de desmonte da legislação trabalhista imposto por FHC. Os retrocessos neste campo impressionam pela quantidade das medidas e pelo seu alto poder de devastação. A lista de ataques é imensa e as intenções eram piores! Já quando seu governo agonizava, em 2001, FHC  apresentou um projeto de alteração do artigo 618 da CLT, impondo a prevalência do “negociado sobre o legislado”. Na prática, anulava históricas conquistas dos assalariados – 13o salário, férias, adicionais, etc.

A reação a este projeto foi generalizada e, por enquanto, a “reforma da CLT” está arquivada. Mas apesar desta derrota parcial, a flexibilização avançou a passos largos no país. Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho, o Brasil foi um dos recordistas mundiais na desregulamentação neste período. Este título foi obtido graças a um ardil de FHC. Percebendo que seria difícil promover mudanças radicais na Constituição ou na CLT, ele usou a tática de impor as medidas à conta gotas, em doses homeopáticas.

Ele nunca desistiu desta “missão” e nem podia. Afinal, assumira um compromisso com o FMI. O item 33 do “memorando de entendimento”, assinado em 1998, revela seu servilismo diante dos credores externos: “Embora o mercado de trabalho brasileiro não seja perseguido por nenhuma rigidez grave, determinadas regulamentações e políticas do mercado de trabalho podem contribuir para uma maior flexibilidade”.

Neste sentido, FHC pode se dar por satisfeito. Seu reinado cumpriu a meta de desmontar a regulação até então existente. As relações do trabalho de hoje relembram a fase anterior à da “era Vargas”. Importantes conquistas dos trabalhadores foram golpeadas. Atualmente, o que há no país é a contratação flexível, a jornada flexível e a remuneração flexível! Através de vários expedientes legislativos, FHC adulterou aos poucos as regras trabalhistas. Sua fúria flexibilizadora fica patente nas seguintes iniciativas, entre outras:

  • Portaria 865, de setembro de 1995. Impediu a autuação das empresas por desrespeito às convenções e acordos trabalhistas. Ao invés de multa, determinou que os fiscais apenas registrem a ocorrência de práticas ilegais;

  • Decreto 2.100, de dezembro de 1996. O governo denunciou a Convenção 158 da OIT, retirando do direito brasileiro a norma mundial que limita a demissão imotivada;

  • MP no 1.539, convertida na Lei no 10.101. Reeditada desde final de 1994, instituiu a Participação nos Lucros e Resultados. A PLR não é incorporada aos salários e benefícios, sendo um meio eficaz de flexibilização da remuneração. Permitiu ainda o trabalho dos comerciários aos domingos;

  • Lei no 9.601, de 1998. Aprovada em dezembro de 1997, criou o “contrato por tempo determinado”, o famoso “contrato temporário”. Ela também permitiu a jornada semanal superior às 44 horas previstas na Constituição sem o pagamento das horas-extras, criando a abjeta figura do “banco de horas”.

  • MP no 1.709, renumerada para 1.779 e 2.168. Vigorando desde 1998, instituiu o contrato parcial de trabalho. Permite a jornada semanal de no máximo 25 horas, com redução proporcional do salário e do tempo das férias – que pode ser de oito dias;

  • MP no 1.726, de 1998. Instituiu a “demissão temporária”, com suspensão do contrato de trabalho por cinco meses. Neste período, o “demitido” recebe o seguro-desemprego, custeado pelo FAT, um fundo público oriundo das contribuições dos assalariados.

Além desta artilharia pesada, o governo promoveu autêntica cruzada contra a Justiça do Trabalho, ciente da necessidade de ter um Judiciário rendido. Aqui se encaixam projetos como o do rito sumaríssimo, das Comissões de Conciliação Prévia e do fim do juiz classista. FHC também fez questão de explicitar sua aversão aos sindicatos, visando inibir as lutas dos trabalhadores. De cara, em maio de 1995, num gesto bem emblemático, acionou o Exército contra a greve dos petroleiros e multou as entidades da categoria.

Com base nesta experiência arbitrária, apresentou um projeto criminalizando as greves – com multa diária de até mil salários mínimos no caso da greve prosseguir após ser declarada abusiva. Na ofensiva contra o sindicalismo, pressionou pela limitação do número de dirigentes sindicais e pela proibição do desconto das contribuições confederativa e assistencial, visando asfixiar financeiramente os sindicatos. Mas a sua investida fatal, a PEC-623 – que instituía o pluralismo sindical – , ainda não vingou.

* Jornalista, editor da revista Debate Sindical e autor, junto com Marcio Pochmann, do livro “Era FHC – A regressão do trabalho” (Editora Anita Garibaldi, agosto de 2002)

11- Com as greves e o mundo assistindo ao crescimento do PT junto a forte possibilidade do PT assumir o governo brasileiro nas eleições de 2002 passou a ter enorme fuga de capitais nacionais e estrangeiros, então o dinheiro que FHC obteve com as privatizações, que seriam destinados a infraestrutura e educação foram então destinados a salvar o Plano Real dos ataques especulativos.

A CRISE RUSSA DE 1998 que arrastou o Brasil se repete em 2015

Elena recorda a crise de 1998, quando o rublo, a moeda local, despencou e destruiu a poupança de milhões de russos, e teme que o tumulto que afeta a divisa hoje possa ser ainda pior.

"Meus colegas e eu passamos horas no supermercado, para formar estoques. Estamos apavorados com a possibilidade de que a inflação continue a disparar", disse a contadora.

"Lembro-me da crise de 1998, mas desta vez vai ser muito pior porque o mundo está contra nós", ela disse, aludindo às sanções impostas pelo Ocidente à Rússia por causa da crise com a Ucrânia.

O embargo, somado à forte queda dos preços do petróleo nas últimas semanas, foi um pesado golpe para a confiança na economia da Rússia, e despertou memórias da crise de 1998, quando o rublo desabou e o governo decretou moratória nos pagamentos da dívida pública.

Pavel Golovkin/Associated Press
Mulher russa observa vitrine de loja tradicional de Moscou; inflação no país foi de 9,1% no mês passado
Mulher russa observa vitrine de loja tradicional de Moscou; inflação no país foi de 9,1% no mês passado

Os preços do petróleo caíram praticamente à metade de julho para cá, o que puxou o tapete das finanças do governo, já que as exportações de energia respondem por 50% da arrecadação no país.

O banco central russo disse nesta segunda-feira (15/12/2014) que o PIB pode se contrair em até 5% no ano que vem se os preços mundiais do petróleo continuarem no nível atual –em torno de US$ 60.

O rublo vem sendo arrastado pela queda do preço do barril do petróleo e acumula desvalorização de mais de 50% neste ano.

Yulia, 43, que dirige um salão de beleza em São Petersburgo, disse que agora está à beira da falência, porque o salão depende de produtos italianos. "Não consegui dormir a noite toda, pensando sobre o que fazer."

Em Moscou, Igor afirmou que "tenho medo de que os preços subam, o preço dos carros, da comida. Sabemos muito bem que não há como substituir as importações. Isso é um mito".

A Rússia proibiu a importação de produtos alimentícios da União Europeia e dos EUA, em uma represália às sanções ocidentais, agravando a situação porque produtos de outros países em muitos casos se provaram mais dispendiosos.

CONFIANÇA EM PUTIN

A despeito do tumulto nos mercados, que vem causando ondas de choque em todo o mundo e despertando questões sobre a saúde das economias de mercados emergentes, os russos ainda acreditam que seu presidente, Vladimir Putin, resolverá a crise.

"Sim, existe inflação [de 9,1% em novembro, em 12 meses, a mais alta em três anos], mas sabemos que Putin não tem escolha. Sua popularidade não sofrerá", disse Dmitry Briliyev, 35, osteopata que vive em Moscou.

"Não estou preocupada", disse Olga, 24. "Temos Putin, ele resolverá tudo."

A crise "não mudará nada no apoio ao presidente", afirmou Irina Istomina. "Não temos outros líderes e os russos estão acostumados a viver sob seu punho de ferro", acrescentou.

Alexei, 27, enquanto isso decidiu lucrar com a crise produzindo camisetas com frases irônicas sobre o rublo.

"Sobrevivemos à queda da União Soviética, à crise de 1998. Estamos acostumados a que as coisas vão mal e sabemos que sobreviveremos até ao pior", disse o empresário, que vende suas camisetas em euros.

12 - Os comunistas garantem que em 1954 Vargas não era mais ditador, mas como seu segurança particular, Gregório Fortunato, num atentado contra Carlos Lacerda (maior opositor de Vargas) matou o major da Aeronáutica, Rubens Florentino Vaz e feriu Carlos Lacerda? O atentado foi no Rio de Janeiro na rua Tonelero em 5 de agosto de 1954.

Getúlio Vargas era um ditador nazista que pretendia se unir a Hitler e só não o fez pela distância das forças de Hitler e a proximidade das forças americanas que chegaram a ter base em Natal, RN durante a 2ª Guerra. Como ditador, Vargas, matou meu tio avô Ubirajara Pereira Barreto, pesquisador e agrônomo que trabalhava para o Fomento Agrícola Federal. Tio Ubirajara, Integralista, foi assassinado com vidro moído na comida no presídio de Ilha Grande.

Os Integralistas eram compostos por 10% de nazistas nacionalistas e 90% de social democratas nacionalistas, que eram contra o capitalismo selvagem, mas favoráveis a propriedade privada, cristianismo e moralidade, então os Integralistas não eram Nazistas ou Comunistas. O líder dos militares em 1964, o General Golbery tinha o pensar social democrata (como na maioria dos países europeus hoje) o que me faz pensar ter sido Integralista. Leia sobre Integralismo: http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_Integralista_Brasileira (wiki não é confiável, pois qq 1 pode editar).

Com a derrubada da Monarquia, a derrubada do monarca culto e bom Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança e Áustria, vivemos uma República de incultos e péssimos presidentes. Com Getúlio foi até então o "fundo do poço", um reizinho idiota que pensava em seu próprio bem e mais nada.

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA se deu pelo motivo de após a independência dos EUA estes proíbirem a presença de tropas brithânicas no continente. A Maçonaria brithânica, que tinha influência e poder sobre a Maçonaria brasileira, determinou o afastamento de Dom Pedro II e a Proclamação da República para ter maior poder no continente.

A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA se deu em um mesmo tempo que a guerra civil norte-americana, guerra do Paraguai e fazia parte de um mesmo contexto de geopolítica global http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40141995000200014&script=sci_arttext

Presidente com boas intenções foram poucos: Itamar Franco...

Presidente culto e com boa índole semelhante a D. Pedro II só tivemos Fernando Henrique Cardoso, Ex-comunista!

Aos 15 minutos do vídeo TANCREDO NEVES elogia a DITADURA VARGAS...

O mesmo que elogiar o PT matar Celso Daniel, Paulo Francis...

Elogio à Vargas só parte de quem apoia ditaduras... Como elogiar ditaduras assassinas?

FHC se mostrou ex-comunista, agora é um social democrata...

AÉCIO NEVES deve ser questionado !!!

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14- A Justiça do Trabalho brasileira é um Tribunal de Exceção, e deve ser extinta
por Geanluca Lorenzon, segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A Constituição Federal de 1988 veda em seu artigo 5º, inciso XXXVII a criação de tribunais ou juízos de exceção. Curiosamente, exemplos históricos demonstram que a Justiça do Trabalho no Brasil pode ser considerada um Tribunal de Exceção.
Ainda que não sejam comuns no Brasil, podemos recorrer a alguns precedentes para delimitar o que seja um tribunal de exceção. Os mais conhecidos exemplos de tribunais de exceção são o Tribunal de Nuremberg (IMT) e o Tribunal de Crimes de Guerra de Tóquio (IMTFE), ambos estabelecidos depois da Segunda Guerra Mundial para julgar crimes contra a humanidade.

De acordo com a Universidade de Oxford, as mais relevantes violações ao direito que um tribunal de exceção causa são (i) justiça de vencedores; (ii) violação Nullum Crimen Sine Lege (princípio da legalidade); e (iii) direito a um julgamento justo (fair trial);

Justiça de Vencedores

A Justiça Trabalhista claramente segue a filosofia de Karl Marx para os direitos humanos, segundo a qual os privilégios legais somente são concedidos à classe que os "conquistou", ou seja, aos vencedores da luta de classes.

Consequentemente, a Justiça Trabalhista ali está aí para corrigir essa distorção e, com isso, fazer valer sua visão de justiça social. Não é coincidência que os manuais de direito trabalhistas geralmente já introduzem em seus corpos, de forma explícita, a filosofia marxista que embasa a sustentação ética da mesma. O Manifesto Comunista chega até mesmo a ser mencionado por tribunais.

Nas palavras do ditador fascista Getúlio Vargas:

A Justiça do Trabalho, que declaro instalada neste histórico Primeiro de Maio, tem essa missão. Cumpre-lhe defender de todos os perigos nossa modelar legislação social-trabalhista, aprimorá-la pela jurisprudência coerente e pela retidão e firmeza das sentenças.

Violação da regra de Nullum Crimen Sine Lege

A conhecida regra de nullum crimen sine lege — não há crime sem lei (anterior que o defina) —, também notadamente chamado de princípio da legalidade, tem formação histórica universal e adjudica que ninguém pode ser punido por algo não previsto em lei. O Tribunal Permanente de Justiça Internacional (PCIJ), que antecedeu o Tribunal Internacional de Justiça, reconheceu no caso Certain Danzig Legislative Decrees with the Constitution of the Free City, de 1935, que essa regra é essencial para proteger as liberdades individuais.

Contudo, o que a Justiça do Trabalho faz, de fato, é punir os empregadores — que, de acordo com a teoria marxista, pertencem à classe opressora — ao conceder tratamento especial, bem como uma série de princípios processuais benéficos, à parte "vulnerável", incorporada no trabalhador (reclamante). Claramente, falha a legislação ao não compreender que toda a vulnerabilidade socioeconômica que o trabalhador brasileiro enfrenta é causada pela própria legislação, razão pela qual empregados fogem das melhores "proteções sociais" dadas pelos governantes.

A punição (factualmente criminal) que a Justiça do Trabalho faz não envolve tão-somente enormes e moralmente injustos confiscos da propriedade de empregadores, mas também — e acima de tudo — uma grande restrição à liberdade individual de firmar contratos e de incorrer em uma livre associação.

Direto a um julgamento justo (fair trial)

Diante de tudo isso, não é difícil imaginar como a Justiça do Trabalho acaba violando a proteção internacional a um julgamento justo.

Essa proteção está presente nos artigos 14 e 15 do Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos (1966) ('ICCPR'); artigos 8 e 9 da Convenção Americana de Direitos Humanos (1969) ('ACHR'); e também em documentos não-vinculantes, como por exemplos nos artigos 10 e 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A injustiça desse sistema acaba levando a consequências surreais, como a banalização de danos morais, a expansão do poder de sindicatos, a limitação inconstitucional das formas de trabalho, a facilitação do ônus da prova para o empregado, entre outros exemplos.

Conclusão

Em suma, as violações a princípios e regras universais do direito que a Justiça do Trabalho representa já são suficientes para enquadrá-la como um tribunal de exceção, e bani-la baseando-se na própria Constituição (socialista) Federal de 1988.

A Justiça do Trabalho, além de gerar uma sensação factual de insegurança jurídica que acaba por afastar investimentos, oprimir o mercado de trabalho e submeter empregados a uma vida sem mobilidade social com baixos rendimentos, também representa uma violação moral ao direito universal, aos tratados internacionais, e até à Constituição Brasileira.

Tem de ser abolida.

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2314

http://artisnobilis.com/blog/blog/gramscismo-1.html COMO O BRASIL, AMÉRICA LATINA E EUA ESTÃO SENDO DOMINADOS PELO COMUNISMO GRAMSCISTA
Justiça do Trabalho é um dos Motivos de Pobreza no Brasil Enganação
Direitos Trabalhistas são os Motivos de Pobreza no Brasil Enganação
Direitos Trabalhistas são os Motivos da Pobreza no Brasil Enganação

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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