Nos Curta no Facebook

Fecha em 120 Segundos...!!!Fechar Agora X

1º Lugar nas Buscas Orgânicas - Confira Clientes Satisfeitos

Aparelhamento, Doutrinação Esquerdista e Perseguição aos Diferentes na Universidade de Brasília, UnB, by Ronaldo Poletti Professor de Direito.

A procuradora de Justiça Roberta Kaufmann conta que viveu a maior humilhação de sua vida em um auditório da UnB, instituição em que concluiu seu mestrado. Convidada para participar de um debate sobre a adoção de cotas raciais pelas universidades públicas, ela - que é contrária ao projeto - não conseguiu falar. Quando lhe foi dada a palavra, um grupo liderado por professores promoveu um alarido ensurdecedor. Ela foi chamada de racista, ouviu ofensas impublicáveis e só pôde deixar a universidade horas depois, acuada, com medo de que algo pior acontecesse. Seu carro foi vandalizado. Nas portas, foi pichada a frase "Loira filha da p...". Desde então, Roberta nunca mais voltou à UnB sem companhia. Não se trata de um caso isolado. "A UnB se tornou palco das piores cenas de intolerância. Não há espaço para o diálogo. Ou você compartilha do pensamento dominante ou será perseguido e humilhado", diz a procuradora...

1- Madraçal no Planalto 04/07/2011

( também grafada madraça e madrassa - escolas radicais muçulmanas )

Um dos símbolos da luta pela democracia durante o regime militar, a Universidade de Brasília tornou-se reduto da intolerância esquerdista

Gustavo Ribeiro
ESPELHO - Em 1968, militares invadem a UnB. Em 2011, professores reclamam de controle ideológico

ESPELHO - Em 1968, militares invadem a UnB. Em 2011, professores reclamam de controle ideológico (Fotos Monique Renne/CB/D A Press e AE)

A Universidade de Brasília teve seu câmpus invadido por forças de repressão, teve estudantes assassinados, professores perseguidos e funcionários demitidos por defender ideias contrárias às do poder dominante. Isso ocorreu durante os períodos mais duros do regime militar. Naquele tempo, a comunidade da UnB sofria por exigir a volta da democracia ao Brasil. Pois não é que a democracia voltou ao Brasil, mas anda em falta justamente em um dos redutos onde mais se lutou por ela, a UnB? Professores, estudantes e funcionários da Universidade de Brasília têm sido alvo de perseguição da diretoria e de agressões pelo único crime de não pensarem de acordo com a ideologia dominante. A liberdade de expressão sempre foi um valor sagrado nas universidades, mas na UnB ela foi revogada para que em seu lugar se instalasse a atitude mais incompatível que existe com o mundo acadêmico: a intolerância. VEJA foi ao câmpus da UnB apurar as denúncias de que um símbolo da luta democrática no Brasil está se transformando em um madraçal esquerdista em que a doutrinação substituiu as atividades acadêmicas essenciais. Os depoimentos colhidos pela reportagem da revista deixam pouca dúvida de que essa tragédia está em pleno curso. Acompanhem. A procuradora de Justiça Roberta Kaufmann conta que viveu a maior humilhação de sua vida em um auditório da UnB, instituição em que concluiu seu mestrado. Convidada para participar de um debate sobre a adoção de cotas raciais pelas universidades públicas, ela - que é contrária ao projeto - não conseguiu falar. Quando lhe foi dada a palavra, um grupo liderado por professores promoveu um alarido ensurdecedor. Ela foi chamada de racista, ouviu ofensas impublicáveis e só pôde deixar a universidade horas depois, acuada, com medo de que algo pior acontecesse. Seu carro foi vandalizado. Nas portas, foi pichada a frase "Loira filha da p...". Desde então, Roberta nunca mais voltou à UnB sem companhia. Não se trata de um caso isolado. "A UnB se tornou palco das piores cenas de intolerância. Não há espaço para o diálogo. Ou você compartilha do pensamento dominante ou será perseguido e humilhado", diz a procuradora.

Cristiano Mariz

NA CONTRAMÃO - Salas de aula são utilizadas para festas e consumo de drogas. Professora discorda da liberalidade - e é punida

NA CONTRAMÃO - Salas de aula são utilizadas para festas e consumo de drogas. Professora discorda da liberalidade - e é punida

Os professores entrevistados relatam que manifestações de intolerância como essas se intensificaram a partir de 2008, depois da eleição do reitor José Geraldo de Sousa Junior, um dos fundadores do PT no Distrito Federal. José Geraldo, cujo único mérito acadêmico evidente deriva de sua militância política, venceu o pleito ao cabo de uma manobra que deu aos votos dos alunos o mesmo peso dos votos do corpo docente e dos funcionários. Segundo a lei, os professores deveriam representar 70% do colégio eleitoral de uma universidade. "Nenhuma universidade de ponta tem esse tipo de sistema eleitoral. Uma instituição controlada por alunos gravita em torno dos pontos mais mesquinhos da pequena política", diz o historiador Marco Antonio Villa. E existem exemplos dessa contaminação do cotidiano acadêmico pela pequena política. Dois adversários de José Geraldo na eleição para reitor, os professores Márcio Pimentel e Inês Pires de Almeida, foram alvo de retaliação por parte da nova administração, que teria começado logo depois da posse. O crime deles? Terem ousado concorrer ao cargo hoje ocupado pelo militante de mar e guerra, reitor da UnB.

Cristiano Mariz

'O propósito da universidade deveria ser a excelência. Na UnB, isso foi substituído pela partidarização do ensino.' Frederico Flósculo, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

  "O propósito da universidade deveria ser a excelência. Na UnB, isso foi substituído pela partidarização do ensino." Frederico Flósculo, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo

Márcio Pimentel e a esposa, a também professora Concepta McManus, desconfiaram que o trabalho de pesquisa de ambos começou a sofrer boicotes - mas tudo de uma maneira sempre muito sutil, indireta. Como nunca havia ocorrido antes, serviços básicos dos laboratórios, como a limpeza das instalações e a compra de material, foram interrompidos. Sem explicação, a carga horária de aulas também foi ampliada de maneira claramente exagerada, para que não lhes sobrasse tempo para o trabalho de pesquisa. "Chegou um momento em que uma disciplina ministrada por um colega com metade das turmas que eu tinha foi passada a mim. Não sobrava tempo para o laboratório", disse Concepta McManus a um professor ouvido por VEJA. A perseguição forçou Pimentel a pedir transferência para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. No documento de liberação do professor, José Geraldo lamentou protocolarmente que a UnB perdesse um docente da envergadura de Pimentel. "Puro deboche. A saída do Márcio era o sonho da reitoria", afirma o professor de bioquímica Marcelo Hermes-Lima, que testemunhou a hostilidade oficial ao casal de professores. "A UnB é uma página virada. Não faz mais parte da minha vida", limitou-se a dizer o geólogo Márcio Pimentel ao ser procurado por VEJA. Contra a professora Inês Pires, a outra candidata derrotada, a retaliação foi mais explícita. Ela perdeu a chefia de um curso e sofreu uma devassa nos projetos de pesquisa que conduzia. "Os analistas não requisitaram sequer a prestação de contas. Foi uma ação com o claro objetivo de tisnar a imagem de uma professora que não pertence ao grupo dominante", conta um professor que acompanhou o caso e fala em condição de anonimato por temer represálias.

Roberto Jayme/Photonews

'A UnB se tornou palco das piores cenas de intolerância. Não há espaço para diálogo. Ou você partilha do pensamento dominante ou será perseguido.' Roberta Kaufmann, procuradora, mestra em direito pela UnB

"A UnB se tornou palco das piores cenas de intolerância. Não há espaço para diálogo. Ou você partilha do pensamento dominante ou será perseguido." Roberta Kaufmann, procuradora, mestra em direito pela UnB

O jurista Ibsen Noronha, ex-professor voluntário do departamento de direito e um dos maiores especialistas em história do direito brasileiro, deixou a UnB no fim do ano passado. Motivo: sua disciplina desapareceu do currículo. Para ele, no entanto, foi retaliação diante de sua posição extremamente crítica em relação ao polêmico regime de cotas, uma das bandeiras que tem na atual gestão da UnB seus maiores defensores: "É a primeira vez em trinta anos que a disciplina, um diferencial do currículo da universidade, não foi oferecida. Eu fui aluno da UnB e tive essa aula. A justificativa que a faculdade apresentou é risível: disseram que a matéria foi suprimida por ser optativa. Mas não me foi apresentada nenhuma outra opção no lugar dela. É lamentável testemunhar a transformação da universidade em um instrumento de domínio ideológico", afirma Noronha, que se tornou, em fevereiro, o primeiro brasileiro a lecionar na respeitada Universidade de Coimbra, em Portugal. O embate é tal que mesmo críticas sem conotação ideológica ou política podem servir como estopim para retaliações. A professora Tânia Montoro, da Faculdade de Comunicação, conta que foi punida por ter criticado as extravagantes concessões que a atual reitoria faz aos alunos, como a permissão de festas nos prédios onde as aulas são ministradas - que transformaram as salas em território livre para consumo de drogas. No ano passado, a professora e duas de suas alunas foram escolhidas como palestrantes em um seminário realizado em Bogotá. A UnB autorizouo pagamento da viagem das alunas, mas não da professora. Depois de duas negativas, Tânia reclamou, mas seu pedido só foi deferido quando não havia mais tempo para o embarque. "Eu tenho uma história de trinta anos nesta universidade, e sou uma pesquisadora produtiva. Não merecia passar por essa vergonha", diz a professora.

Roberto Jayme/Photonews

'A universidade foi tomada por um patrulhamento ideológico tácito, orquestrado para funcionar sem ser notado. Quem pensa diferente é relegado ao limbo.' Ronaldo Poletti, professor de direito

"A universidade foi tomada por um patrulhamento ideológico tácito, orquestrado para funcionar sem ser notado. Quem pensa diferente é relegado ao limbo." Ronaldo Poletti, professor de direito

Mesmo em cursos considerados técnicos, como o de arquitetura, a política tem predominado. O urbanista Frederico Flósculo, há dezenove anos professor da UnB, acusa a atual direção de persegui-lo e agir para que seus projetos de pesquisa sejam sistematicamente rejeitados. Diz Flósculo: "Eu fui um opositor ferrenho da gestão passada. Quando José Geraldo assumiu, levou para a reitoria a sua corriola. Nos últimos anos, meus projetos de pesquisa têm sido sistematicamente rejeitados. O propósito da universidade deveria ser a busca da excelência. Isso foi substituído pela partidarização do ensino". O decano da Faculdade de Direito, Ronaldo Poletti, resume o problema: "A universidade foi tomada por um patrulhamento ideológico tácito, orquestrado para funcionar sem ser notado. Quem pensa diferente é relegado ao limbo. Em trinta anos de cátedra, nunca vi a universidade tão distante da sua proposta original - a produção livre do conhecimento". O reitor da UnB nada vê de extraordinário. "Ninguém tem espaço sem esforço. É preciso analisar se não são os professores que, por falta de competência, perderam visibilidade. A Universidade de Brasília nunca foi tão aberta", afirma José Geraldo.

Carlos Moura/CB/D A Press

'A UnB deixou de ser uma instituição acadêmica para se tornar um instrumento de domínio ideológico.' Ibsen Noronha, ex-professor voluntário da Faculdade de Direito

"A UnB deixou de ser uma instituição acadêmica para se tornar um instrumento de domínio ideológico." Ibsen Noronha, ex-professor voluntário da Faculdade de Direito

Para o sociólogo Demétrio Magnoli, são evidentes os sinais de que algo está deteriorando o ambiente acadêmico do que foi uma das mais respeitadas instituições de ensino do país. Resume Magnoli: "Um câmpus, por definição, deve ser uma praça de debates onde a diversidade de ideias é o maior valor. É preocupante quando uma universidade adota uma posição ideológica. A UnB vive o processo típico de uma instituição que se tornou um aparelho em prol de uma causa".

Lailson Santos

'A UnB vive um processo típico de uma instituição que se tornou um aparelho em prol de uma causa.' Demétrio Magnoli, sociólogo

"A UnB vive um processo típico de uma instituição que se tornou um aparelho em prol de uma causa." Demétrio Magnoli, sociólogo

Antonio Cunha/CB/D A Press

'Ninguém tem espaço sem esforço. É preciso analisar se não são os professores que, por uma questão de competência, perderam visibilidade.' José Geraldo Sousa Junior, reitor da Universidade de Brasília

"Ninguém tem espaço sem esforço. É preciso analisar se não são os professores que, por uma questão de competência, perderam visibilidade." José Geraldo Sousa Junior, reitor da Universidade de Brasília

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/madracal-no-planalto

Fui perseguido quando tinha 16 anos, creio que em 1972, por professores comunistas. A professora de português pediu uma redação de tema livre e coloquei na 1ª pessoa que eu defendia o Brasil caçando comunistas e evitando que fôssemos entregues à URSS. Fui então ameaçado de reprovação e fui reprovado...

2- Perseguição de um adolescente por professores comunistas

Uma cidade de socialistas abastados. A antiga Faculdade de Filosofia Ciências e Letras, hoje Unesp Araraquara, SP. foi e é um grande centro de formação de professores socialistas que são distribuídos pelo Brasil para lavagem cerebral dos estudantes.

Em 1972, ou 1973 a professora de português do IEEBA, Instituto de Educação Estadual Bento de Abreu (creio que hoje é EEBA, Escola Estadual Bento de Abreu) cujo nome eu não me lembro, apenas lembro o apelido, Dona Jocosa, por usar muito o termo "jocosidade", pediu uma redação de tema livre. Então coloquei na 1ª pessoa que eu assaltava bancos para arrecadar dinheiro para combater e matar terroristas comunistas (coisa que os esquerdistas faziam e apoiavam), fui então mandado para a diretoria. A diretora não achou nada de errado na redação e me mandou de volta para a classe, a aula de português havia terminado, então Zulmira Neiva, professora de matemática cochichou em meu ouvido: será reprovado, e fui!

Procurei então Luciano Ferro para aulas particulares para o exame de 2ª época, fiz muitas aulas e simulados e Luciano me disse que não havia como eu ser reprovado, mas fui.

Então decidi ser militar: estava com 17 anos, criado na roça, atirador instintivo (como nos filmes cowboys eu não precisava fazer pontaria) e na idade de serviço militar. Ser militar para caçar comunistas!

A intensão era ser cadete, então fazia o Serviço Militar durante o dia na AFA e o 3º colegial a noite em Pirassununga. Em setembro caí de um caminhão, fiquei 3 meses no hospital e perdi o ano letivo. Estava de licença médica e quando voltei para ser avaliado por Dr. Fernandes(z) soube que minha turma havia dado baixa, mas Dr. Fernandes me prorrogou a licença médica (neste dia fui de Araraquara à Pirassununga em pé no ônibus). Procurei o oficial do dia para dizer que estava errado a minha baixa, que estava de licença médica e que queria continuar, me engajar, e o oficial IG, me obrigou a tirar o uniforme e emprestar roupas civis para ir embora. Eu já estava em pé perto de 7 horas e ainda restariam mais 4 horas em pé para chegar em Araraquara, então neste dia desisti. Quando voltei 60 dias depois a Dr. Fernandes já dava para sentar um pouco e procurei o oficial do dia para relatar que minha baixa foi irregular e fui ligando para a AFA mensalmente para ver se meu retorno estava resolvido (nunca foi). Um ano depois descobri a coluna lombar danificada, uma perna mais curta que a outra (era um garoto e deveria ter procurado a justiça militar). Como me recusei a pegar a reservista, então só tirei o Título Eleitoral há poucos anos.

Resumindo: a perseguição comunista sofrida em Araraquara me fez não ter 2º grau até hoje.

Lia o Estadão ao final de cada dia desde os 6 anos, ouvia BBC, e Voz da América, lia Reader's Digest e O Almanaque e era um anticomunista consciente.

Aos 12/14 anos de idade já era estrategista militar, conhecia tudo sobre geopolítica, conhecia cada detalhe da guerra do Vietnã, Laos, Guerra Fria. Era adorador de Winston Churchill o Estadista! Já havia lido e relido o relatório da Comissão Warren e duvidava dele.

[[[ Ruth Cardoso, araraquarense, iniciou a dominação das instituições brasileiras pelo Gramscismo e Lula deu sequencia. A implantação do gramscismo no Brasil se iniciou com uma araraquarense !!! ]]]

Nunca tive credibidade nestes fatos e só agora que o PT aprontou tudo o que se sabe eu comecei a ter credibilidade.

http://artisnobilis.com/blog/textos.html#seteumb TEXTO SOBRE O PT ASSUMIR EM 2003 (previ em 1999 que o PT assumiria nas eleições seguintes) - REGISTRADO NA BIBLIOTECA NACIONAL EM 2000 - PARTE DO LIVRO "O PRETENSIOSO" (enviei e-mails à jornalistas, procurei editoras e fui desacreditado) Deixo claro neste texto, parte do livro, que o PT nos leveria para o mesmo buraco que a URSS e que não saíriam do poder.

http://artisnobilis.com/blog/textos.html - LIVRO "O PRETENSIOSO" COMPLETO - VÁRIAS SUGESTÕES PARA UM MUNDO MELHOR

Cópias originais da Biblioteca Nacional (fotocópias do original em papel moeda)

O Aparelhamento e Doutrinação Esquerdista das Escolas Públicas e Universidades

O Aparelhamento e Doutrinação Esquerdista das Escolas Públicas e Universidades

*O COMUNISMO no BRASIL começou a ser IMPLANTADO em 1985 - OS MILITARES PASSARAM O PODER AOS CIVIS COM VOTO DISTRITAL COMO NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS e os COMUNISTAS criaram as DIRETAS JÁ, o VOTO DIRETO, depois o VOTO DO ANALFABETO e ainda o CONTROLE dos PARTIDOS SOBRE OS AFILIADOS - ISTO É DITADURA !!!

* NÃO PODEMOS CONTAR COM OS AMERICANOS ATÉ O FINAL DO GOVERNO OBAMA

* Antonio Gramsci Antonio Gramsci - Filho de Bandido - Wikipédia - Teoria Gramscista

ANTIAMERICANISMO É COISA SEM NEXO - CAPITALISMO É COMPROVADO - GRAMSCISMO É TEORIA

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com