Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X

1º Lugar nas Buscas Orgânicas - Confira Clientes Satisfeitos
5- De acordo com as alterações, as famílias que foram contempladas com um imóvel do programa Bolsa Família antes de 27 de agosto de 2012 vão passar a desembolsar a metade do valor

4- (05/06/2014) ARACAJU com queda de 20% em 2013

Inflação Oficial IBGE (para quem acredita) 6% + 8% de queda ao ano
nos preços + 6% de inflação escondida = 20% de perda anual

PARE DE PAGAR SEU FINANCIAMENTO: SE TODOS PARAM DE PAGAR E RENEGOCIAM É UM DIREITO. FOI INOCENTE, MAS DÁ PARA RECUPERAR (mais 1 ano e terá perda de 30 ou 50%).

1- ESTOURO da BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA

Porto Alegre Aproximados 13% ao ano de perda no valor dos imóveis.

Inflação Oficial IBGE (para quem acredita) 6% + 1,5% de queda ao ano
nos preços + 6% de inflação escondida = 13,5% de perda anual

PARE DE PAGAR SEU FINANCIAMENTO: SE TODOS PARAM DE PAGAR E RENEGOCIAM É UM DIREITO. FOI INOCENTE, MAS DÁ PARA RECUPERAR (mais 1 ano e terá perda de 30 ou 50%).

2- 17/12/2013 Blog expõe a espantosa “bolha Imobiliária” brasileira comparando nossos preços com os de outros países

3- O Minha Casa Minha Vida prevê que o governo arque com uma parte das prestações e o beneficiado banque o restante. O valor das parcelas é calculado com base na renda de cada família. No papel, tudo certo. Dados obtidos revelam que o índice de inadimplência na faixa de financiamento que inclui participantes com renda mensal mais baixa, até R$1.600,00, está em 30%

Como é um programa ELEITOREIRO, esta gente só irá para o SPC e SERASA após as ELEIÇÕES 2014, ou nunca...

A ENGANAÇÃO DO AUMENTO DE RENDA DOS BRASILEIROS (CLIQUE E LEIA) Temos que recuperar os mercados, levar os preços para a realidade, assim salvar os consumidores, corretores, vendedores, produtores.

Tenho amigo corretor em Santos, que passa o dia em stand de vendas e a noite é sacoleiro para sobreviver.

Leia como os AMERICANOS SÃO OS 1ºs sairem das crises sempre - Lá os Empreendedores são protegidos.

Leia como o COMUNISMO GRAMSCISTA sorrateiro foi implantado no Brasil e muitas enganações que estão em curso...

 

1- 06/05/2014 23h38 - Atualizado em 06/05/2014 23h38

Porto Alegre é a capital com maior redução nos preços dos imóveis ( mentira veja item 4 )

Índice FipeZap apontou queda de 1,63% no acumulado do ano.
Abril foi o terceiro mês consecutivo em que valores foram mais baixos.

Das 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap Ampliado, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), de São PauloPorto Alegre foi a capital que teve a maior redução real no valor de imóveis a venda em comparação com os números do ano passado. A queda apresentada foi de 1,63% no acumulado de 2014. A variação negativa é a mais intensa desde que o índice começou a ser medido, no segundo semestre de 2012.

É o terceiro mês consecutivo que a cidade apresenta baixas. Se considerada a flutuação mensal apenas de abril de 2014, comparada com a mesma época do ano passado, a redução nos preços foi de 1,35%, enquanto em março foi de 1,07% e 0,4% em fevereiro.

Segundo o instituto, em Porto Alegre, o preço do metro quadrado custa em média R$ 4.751, enquanto no Rio de Janeiro, líder do ranking, vale R$ 10.538. A cidade de Brasília ficou em segundo lugar, com R$ 8.155 e São Paulo em terceiro, com R$ 8.003.

Além da capital do Rio Grande do Sul, outras duas da Região Sul do Brasil também apresentaram reduções nos preços dos imóveis em abril. Curitiba acumulou - 0,57% e Florianópolis, - 0,13%.

O índice da Fipe analisa anúncios de venda de imóveis na internet e em outras fontes, considerando cerca de 290 mil propriedades. O cálculo leva em conta o aumento da inflação. Quando um valor sobe menos que o esperado de alta geral do mercado, indica que aconteceu uma diminuição de preço que pode ser sentida, de fato, pelos compradores.

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/05/porto-alegre-e-capital-com-maior-reducao-nos-precos-dos-imoveis.html

2- 17/12/2013

Blog expõe a espantosa “bolha Imobiliária” brasileira comparando nossos preços com os de outros países

Bolha imobiliária

245 mil reais: esta casa em Campinas  deveria valer o mesmo que uma novinha, de 140 metros quadrados e quatro quartos, na magnífica, segura e rica cidade de Minneapolis, nos Estados Unidos? (Foto: Estamos Ricos)

Publicado originalmente em 12 de novembro de 2013

Tem algo errado ou estamos ricos??

campeões de audiência 02A rotunda pergunta, feita com dois pontos de interrogação, é o cartão de boas-vindas do blog Estamos Ricos, cujo editor assina apenas como Walter.

Garimpando sites de imobiliárias casas e apartamentos no Brasil e no exterior – e disponibilizando os links para as fontes -, ele compara os nossos preços de venda com os encontrados em países como Estados Unidos, México, Alemanha e Chile.

Os resultados obtidos são espantosos. Se alguém procura bons exemplos de que vivemos algo parecido a uma “bolha imobiliária”, trata-se de um prato cheio.

Abaixo, listo algumas das duplinhas comparativas separadas peloEstamos Ricos (não deixem de conferir as outras).

- SEATTLE (EUA) x DIADEMA-SP - vejam o que se compra com R$ 850 mil na metrópole americana, sede da Microsoft e da Boeing, e na cidade da zona metropolitana de São Paulo:

Seattle

Seattle 1

 

Seattle 3

 

Seattle 2

Diadema

Diadema 1

 

Diadema 2

Diadema 4

 

FRANKFURT (ALEMANHA) x SANTOS-SP – a quantia em euros referente a R$ 300 mil vale um apartamento de 151 metros quadrados em Frankfurt, a capital financeira da Alemanha, cidade que recuperou magnificamente sua área histórica destruída durante a II Guerra Mundial e ergueu, também, um moderníssimo centro de negócios — ou um beeem mais apertado e em pior estado em Santos, no congestionado litoral sul paulista:

Frankfurt

Frankfurt1

Frankfurt2

Frankfurt3

Santos

Santos3

Santos2

Santos1

 

- SAINT PÔTAN (FRANÇA) x CAÇAPAVA-SP – tudo indica que um casarão reformado charmoso na Bretanha, noroeste da França — algo que, no Brasil, equivaleria a um palácio de milionário –, está saindo os mesmos R$ 492 mil que uma casa em pacato município do interior de São Paulo:

Saint Pôtan

St Potan 1

St Potan 2

Caçapava

Caçapava 1

Caçapava 2

 

SANTIAGO (CHILE) x FEIRA DE SANTANA-BA x NOVA IGUAÇU-RJ – e para quem já estava achando que falávamos só da bolha paulista, aqui vai um exemplo duplo. Uma bela e nova em folha residência nos arredores de Santiago, capital do país mais rico da América do Sul, é até mais barata do que construções que há décadas não vêm uma gota de tinta em uma região pouco glamorosa da Bahia e na complicada e insegura Baixada Fluminense, pelas quais se pede a bagatela de R$ 630 mil.

Santiago

Chile1

Chile2

Feira de Santana

Feira de Santana

Nova Iguaçu

Nova Iguaçu

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/blog-expoe-a-espantosa-bolha-imobiliaria-brasileira-comparando-nossos-precos-com-os-de-outros-paises/

3- 22/09/2013

 às 11:14 \ EconomiaPaternalismo

Minha Casa Minha Vida: o subprime brasileiro

Reportagem da Veja mostra que a inadimplência das famílias do programa “Minha Casa, Minha Vida” bate recorde preocupante:

Ele foi planejado para ser a mais vistosa vitrine eleitoral da gestão Dilma Rousseff – a resposta do governo para o sonho da casa própria. Lançado em 2009, o programa Minha Casa Minha Vida consumiu 134,5 bilhões de reais para fazer 2,1 milhões de casas populares. O primeiro milhão já foi distribuído. A presidente Dilma percorreu seis estados brasileiros neste ano para providenciar ela mesma a entrega. O potencial de dividendos eleitorais da iniciativa é tamanho que ela é tratada como uma espécie de Bolsa Família da área urbana.

Programa subsidiado, o Minha Casa Minha Vida prevê que o governo arque com uma parte das prestações e o beneficiado banque o restante. O valor das parcelas é calculado com base na renda de cada família. No papel, tudo certo. Na realidade, tudo mais ou menos. Dados obtidos por VEJA revelam que o índice de inadimplência na faixa de financiamento que inclui participantes com renda mensal mais baixa, até 1 600 reais, está em 20%. É um número dez vezes maior que a média dos financiamentos imobiliários no Brasil e 4 pontos mais alto que a porcentagem de atrasos em pagamento de hipoteca nos Estados Unidos em 2007, quando se acentuou a crise que serviu de gatilho para a pior recessão desde o fim da II Guerra Mundial.

Todo mundo sonha com a casa própria. Mas querer não é poder. Eu mesmo vivi por seis anos pagando aluguel, e não há nada de errado nisso. Muitas pessoas postergam a compra da casa própria até sentirem que as condições financeiras permitem. Passar por cima dessa restrição orçamentária pode ser um grave erro, que cobrará um preço enorme depois.

Mas governos populistas adoram explorar esse sonho. De olho apenas nas próximas eleições, e não nas próximas gerações – isso é tarefa de estadistas, em falta no mundo atual – esses governantes estimulam de maneira irresponsável o crédito para a compra da casa em nichos de baixa renda. Foi assim nos Estados Unidos também.

Em 1977 foi criado o Comunity Reinvestment Act (CRA), com o objetivo de obrigar bancos a emprestar uma parte dos seus ativos às comunidades carentes. Em 1994, o governo estendeu as metas do CRA, e em 2005, após um escândalo contábil envolvendo a Freddie Mac, o governo resolveu punir a empresa demandando mais crédito hipotecário para as classes de baixa renda.

Em outras palavras, o governo exerceu enorme pressão para que o crédito imobiliário chegasse às classes mais baixas, com menor condição de pagamento. Foi justamente este setor subprime do crédito imobiliário que experimentou o maior crescimento nos últimos anos, caracterizando uma verdadeira bolha que depois estourou, com as conseqüências que conhecemos.

As duas empresas que atuavam nas hipotecas – Fannie Mae e Freddie Mac – eram paraestatais que gozavam de privilégios do governo. Havia um órgão regulador – OFHEO – cuja única missão era cuidar da saúde financeira dessas duas empresas. Não obstante, foram as que mais se alavancaram, com US$ 50 emprestados para cada US$ 1 de patrimônio.

No Brasil, a Caixa Econômica Federal é a instituição financeira mais alavancada também, e tem expandido sua carteira de crédito em mais de 40% ao ano. É o governo fomentando uma bolha imobiliária de olho apenas nas eleições.

Os mais pobres, que hoje se sentem felizes por finalmente terem acesso ao financiamento da casa própria, poderão ser os mais prejudicados amanhã, quando se mostrar inviável para muitos a quitação desses empréstimos. O nível de inadimplência de 20% é temerário. A conta não fecha. Uma cratera está sendo cavada, e terá que ser paga eventualmente.

O governo se mostra irresponsável e insensível para com os mais pobres. Tudo em nome deles mesmos. Assim é todo populista: promete ajudar os pobres, e acaba por prejudicá-los ainda mais.

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/minha-casa-minha-vida-o-subprime-brasileiro/

4- 05/06/2014 Onde os preços caíram mais no Nordeste

Daniela Rocha, de 

Luis Morais/ VOCÊ S/A

Praia de Boa Viagem, em Recife (PE): o número de lançamentos caiu pela metade na cidade

São Paulo - A maioria das cidades onde houve queda do preço de casas e apartamentos no ano passado fica no Nordeste. A maior baixa, de pouco mais de 8%, ocorreu no mercado de imóveis usados em Aracaju. Em seguida, aparecem Maceió, com uma redução de quase 4%, e São Luís.

A queda de preço se deve ao excesso de construções dos últimos anos. Em Maceió, o total de lançamentos mais do que dobrou de 2010 a 2013 — em razão do excesso de oferta, 45% dos 1 800 imóveis disponíveis no Feirão da Caixa Econômica do ano passado não foram comercializados.

“Para vender, algumas incorporadoras têm feito promoções. Os imóveis novos passam a competir com os usados, e isso derruba os preços”, diz Sérgio Freire, presidente da corretora Brasil Brokers. Diante disso, as incorporadoras reduziram de forma expressiva os lançamentos na maioria das cidades do Nordeste.

Em Recife, o total de casas e apartamentos novos diminuiu 52% em 2013. Em Salvador, a queda foi de 38%. Com isso, as empresas vêm conseguindo diminuir a quantidade de imóveis desocupados, que havia batido recorde em 2012 — o que, em tese, pode levar a uma recuperação dos preços no ano que vem. A exceção é Fortaleza.

O número de lançamentos cresceu, e os preços continuam subindo — a valorização do metro quadrado dos imóveis usados foi de 14,5% no ano passado, e a dos novos, de 6,5%. Uma explicação é que boa parte dos novos imóveis é voltada para as classes C e D, que continuam comprando com subsídios do governo.

Além disso, as obras de infraestrutura para preparar a cidade para receber jogos da Copa do Mundo — por exemplo, o alargamento de avenidas, a construção de viadutos e túneis e a criação de mais linhas de ônibus — estão valorizando alguns bairros.

O metro quadrado mais caro do Nordeste continua sendo o dos imóveis novos em Recife, 5 804 reais. O mais barato é o de Parnamirim, cidade que pertence à região metropolitana de Natal: custa, em média, 2 007 reais, segundo a pesquisa da Fipe.

Imóveis usados - Salvador

Mapa do preço dos imóveis usados em Salvador

Preço médio do metro quadrado

Bairros

De 1 500 a 2 250

Cajazeiras, Iapi, Mata Escura, Mussurunga, Pau da Lima e Ribeira

De 2 300 a 2 550

Bonfim, Caixa d’Água, Canabrava, Doron, Nazaré, Nova Brasília, São Marcos, São Rafael e Saúde;

De 2 600 a 2 850

2 de Julho, Engenho Velho de Brotas, Itapuã, Jardim das Margaridas, Roma, Santa Tereza, Sussuarana e Trobogy

De 2 900 a 3 200

Amaralina, Barbalho, Bonocô, Luís Anselmo, Matatu, Pernambués, Resgate, Saboeiro e São Cristóvão

De 3 300 a 3 700

Barris, Brotas, Cabula, Centro, Costa Azul, Politeama, Praia do Flamengo e Stella Maris

De 3 750 a 4 000

Acupe de Brotas, Av. Centenário, Campo Grande, Candeal, Chame-Chame, Garcia, Imbuí, Parque Bela Vista, Piatã, Stiep e Vila Laura

De 4 100 a 4 500

Alto do Itaigara, Barra, Boca do Rio, Canela, Graça, Iguatemi, Jardim Apipema, Paralela, Pituba, Rio Vermelho e Tancredo Neves

De 4 600 a 5 250

Cidade Jardim, Engenho Velho da Federação, Federação, Horto Bela Vista, Itaigara, Jardim Armação, Patamares e Pituaçu

De 5 300 a 5 600

Alphaville, Caminho das Árvores, Le Parc, Morro do Gato e Ondina

De 5 700 a 5 900

Aquarius, Garibaldi e Jardim de Alah

De 6 250 a 6 500

Horto Florestal, Jaguaribe e Vitória

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1065/noticias/onde-os-precos-cairam-mais-no-nordeste

5- De acordo com as alterações, as famílias que foram contempladas com um imóvel do programa antes de 27 de agosto de 2012 vão passar a desembolsar a metade do valor

A presidente Dilma Rousseff divulgou, ontem, mudanças no programa Minha Casa Minha Vida. De acordo com as alterações, as famílias que foram contempladas com um imóvel do programa antes de 27 de agosto de 2012 e pagavam até hoje prestação que correspondia a 10% da renda familiar mensal vão passar a desembolsar a metade do valor a partir da próxima parcela.

Como os beneficiários do programa dividem as prestações dos imóveis adquiridos pelo programa em até dez anos, a medida implica em desconto para as prestações que vão ser pagas até 2022. “Ao se reduzir o valor de pagamento das parcelas, automaticamente aumenta o subsídio do governo”, confirmou o Ministério das Cidades, em nota. De 2009 a 2013, o governo federal desembolsou R$ 73,2 bilhões em subsídios para os empreendimentos da faixa 1.

Outros R$ 6,3 bilhões de subsídios foram destinados aos financiamentos imobiliários da chamada faixa 2 (famílias que ganham entre R$ 1,6 mil e R$ 3,275 mil). Outra medida publicada, ontem, no Diário Oficial, atinge o Bolsa Estiagem.

Dilma desistiu de cortar a transferência de R$ 80 mensais aos agricultores que tiveram problemas com a seca de 2012, pagos por meio do cartão do Bolsa Família ou do Cartão Cidadão. Criada como uma ação emergencial em junho de 2012 , o auxílio deveria durar cinco meses, mas alcançará ao menos 30. Até agora, foram investidos cerca de R$ 1,7 bilhão no programa.

De acordo com dados de fevereiro deste ano divulgados pelo Portal Brasil, site oficial do governo, o custo mensal do programa era de R$ 95,1 milhões mensais para atender 1,3 milhão de pessoas. Se o número de atendidos continuar o mesmo, a benesse custará mais R$ 760 milhões de maio até dezembro.

Correio 24 Horas NÃO SEI SE É SÉRIO

 

ESTOURO da BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA - COMPARAÇÃO COM OUTROS PAÍSES

Bolha Imobiliária Brasileira
BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA - EXEMPLO DE SÃO VICENTE, SP.
ESTOURO da BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA
ESTOURO da BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA 2

ESTOURO da BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA

ESTOURO da BOLHA IMOBILIÁRIA BRASILEIRA

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com