Nos Curta no Facebook

Fecha em 30 Segundos...!!!Fechar Agora X

1º Lugar nas Buscas Orgânicas - Confira Clientes Satisfeitos
1- Artigo da Folha COMUNISTA de São Paulo...
2- A VERDADE... que a imprensa comprada não mostra... O mensalão foi um frango perto do PORCÃO da imprensa...
3- Os ESQUERDISTAS apoiam o AS DITADURAS e TERRORISTAS ISLÂMICOS e dizem que Venezuela e Cuba são países democráticos...
4- A Folha COMUNISTA de São Paulo contrata o líder do MTST para colunista !!!
O extermínio de 7.000.000 de ucranianos pelos russos que queriam a terra para plantar trigo. Filmes reais da época com morte de crianças... Comunismo foi e é poior que o nazismo... Como depois destes fatos e muitos outros ainda existem comunistas? Uns são maus e outros pela história reescrita pelos comunistas... A história da Revolução de 1964 foi igualmente reescrita por comunistas... A guerra do Paraguai foi reescrita pelo Império para esconder que nós brasileiros somos os maiores genocídas da história...

1- Israel rejeita crítica do Brasil a ação em Gaza e diz que país é 'irrelevante'

O governo de Israel reagiu duramente nesta quinta-feira (24) às críticas feitas pelo Brasil à operação militar na faixa de Gaza.

À Folha a Chancelaria de Israel afirmou que o "comportamento" do Brasil "ilustra a razão por que esse gigante econômico e cultural permanece politicamente irrelevante". Além disso, o governo disse que o país escolhe "ser parte do problema, em vez de integrar a solução".

Bombardeio mata ao menos 15 em escola de Gaza, diz ONU
Parte dos militares de Israel desconhece alvos dos ataques

O "comportamento" ao qual Tel Aviv se refere é um comunicado distribuído na noite desta quarta (23) em que o Itamaraty condena o "uso desproporcional da força" por parte de Israel e não faz referência às agressões de palestinos contra israelenses.

No dia 17, comunicado similar afirmava condenar "igualmente" os bombardeios israelenses e os ataques de Gaza. Daquela vez, o Brasil também expressava "solidariedade" com vítimas "na Palestina e em Israel". Agora, fala somente no "elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças" deixado pelos ataques israelenses.

Também nesta quarta, o governo brasileiro chamou o embaixador de Israel em Brasília, Rafael Eldad, para expressar seu protesto, e convocou o embaixador brasileiro em Tel Aviv, Henrique Pinto, de volta a Brasília. Na linguagem diplomática, o protesto feito a Eldad e a convocação de Pinto são sinais fortes de desagrado.

Em seu site, a diplomacia israelense acusou o Brasil de fornecer "suporte ao terrorismo" e afirmou que isso, "naturalmente", afeta "a capacidade do Brasil de exercer influência".

Na nota, Israel se diz "desapontado" com a convocação do embaixador brasileiro e observa que a atitude "não reflete" o nível das relações entre os países, além de "ignorar o direito de Israel de se defender". "Israel espera o apoio de seus amigos na luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por muitos países ao redor do mundo", afirma.

Horas após a forte reação israelense, o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, minimizou a crise, dizendo que a "discordância entre países amigos é natural". Em visita a São Paulo, ele disse que o comunicado do Itamaraty nesta quarta –e que contou com aval da presidente, segundo a Folha apurou– não apaga as críticas feitas anteriormente ao Hamas só porque não as menciona. Ele afirmou ter escrito o texto.

"O gesto que tinha que ser feito foi feito. O Brasil entende o direito de Israel de se defender, mas não está contente com a morte de mulheres e crianças", explicou.

Sobre a crítica de Israel, Figueiredo disse que o Brasil não é um "anão diplomático" e mantém relações com todos os países da ONU.

Fontes ouvidas pela Folha afirmam que o Itamaraty e o Palácio do Planalto ainda estudam a melhor reação para um comentário considerado "tão duro". Se, de um lado, alguns diplomatas brasileiros alertam para que não se "bata boca" com Tel Aviv, outros analisam ser necessário uma resposta enérgica da própria presidente da República para responder a crítica à altura.

GAZA

Em Gaza, o gesto brasileiro foi recebido com festa. Palestinos se aproximaram da reportagem da Folha para expressar gratidão ao governo Dilma Rousseff. "Obrigado por convocar seu embaixador", disse Tawfiq Abu Jamaa, em Khan Yunis. "O Brasil é melhor do que os países árabes, como o Egito, que não fazem nada." Outro palestino, Sabri Abu Jamaa, disse que "a população civil, em Gaza, não precisa de recursos. Precisa de palavras de apoio, como as brasileiras".

O porta-voz do Hamas Ihab al-Ghussein confirmou à Folha, em Gaza, ver com bons olhos o gesto diplomático brasileiro. "O passo do Brasil é muito importante. O Brasil está sempre ao lado da justiça", disse. "Pedimos que todos os países façam o mesmo."

A facção palestina Fatah, que controla a Cisjordânia, louvou também a atitude do Itamaraty, mas fez ressalvas à abrangência da medida. "O Brasil entende que a responsabilidade da comunidade internacional não é apenas emitir notas", afirmou o porta-voz Xavier Abu Eid. "O que foi feito pelo Brasil é um de diversos passos que todo Estado deveria tomar."

Desde que a operação israelense batizada Margem Protetora começou, no último dia 8, mais de 700 palestinos -na maioria civis- foram mortos. Do lado israelense, foram 32 militares e três civis, sendo um cidadão tailandês. O intuito da operação é desmantelar o movimento radical islâmico Hamas, que governa Gaza.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1490526-israel-rejeita-critica-do-brasil-a-acao-em-gaza-e-diz-que-pais-e-irrelevante.shtml

2- Chefão do Hamas confessa: grupo terrorista usa, sim, escudos humanos e ainda convoca população a morrer

Quando se fala que o Hamas recorre a escudos humanos no confronto com Israel, o que, obviamente, provoca um grande número de mortos, muitos críticos da política israelense contestam o que é uma evidência. Dizem que essa afirmação faz parte da máquina de propaganda de Israel. Será mesmo?

Abaixo, há um vídeo do dia 8 deste mês. Trata-se de uma entrevista que o porta-voz do Hamas, Sami Abu Zuhri, concede à Al-Aqsa TV, que é a televisão do Hamas. Prestem atenção, em especial a partir dos 32s. Traduzo na sequência.

A tradução
Entrevistador – As pessoas estão adotando o método dos escudos humanos, que foi bem-sucedido nos tempos do mártir Nyzar Rayan…

Porta-voz – Isso comprova o caráter dos nossos nobres, dos nossos lutadores da Jihad. São pessoas que defendem seus direitos e suas casas com o seu corpo e com o seu sangue. A política de pessoas que enfrentam aviões israelenses de peito aberto, a fim de proteger as suas casas, provou ser eficaz contra a ocupação (israelense). Além disso, essa política reflete o caráter dos nossos bravos, que são pessoas corajosas. Nós, do Hamas, convocamos o nosso povo para que adote essa política, a fim de proteger as casas palestinas.

Voltei
É estupefaciente! Aí está a confissão de que o Hamas adota a prática dos escudos humanos e, pior do que isso, faz dela uma política oficial. Só para esclarecer: Nyzar Rayan era um terrorista religioso do Hamas, que foi morto por Israel em 2009. Para se ter uma ideia: ele enviou um de seus filhos numa missão suicida, que matou dois judeus.

Assim, quando afirmo que Israel busca fazer o menor número de vítimas entre os seus e que o Hamas procura fazer justamente o contrário, não estou a dar uma mera opinião, com base em algum achismo ou em algum preconceito. Sami Abu Zuhri, o porta-voz do movimento terrorista, está dizendo que é assim mesmo. Como ele deixa claro, para o Hamas, a morte enobrece e prova a grandeza dos que oferecem o próprio corpo e o próprio sangue para a causa. Nessa perspectiva macabra, quanto mais mortes, mais, então, o movimento teria com que se regozijar.

É assustador? É sim. Como se nota, não colhi essa informação no material de propaganda “sionista”, como gostam de dizer alguns tolos. Eu estou aqui reproduzindo uma convicção e um credo do próprio Hamas. É fácil sair à rua carregando a bandeira palestina porque, afinal, há 190 mortos de um lado e um do outro. A questão é saber como se produziram esses cadáveres. Um dos chefões deixa claro: trata-se de uma política da morte adotada pelo grupo. E eles convocam a população a aderir. Israel avisa previamente quais são os alvos. A ordem é ficar para morrer.

Nessa perspectiva, quanto mais cadáveres, melhor!

Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/chefao-do-hamas-confessa-grupo-terrorista-usa-sim-escudos-humanos-e-ainda-convoca-populacao-a-morrer/

3- Escolas islâmicas

Desde 11 de setembro de 2001, quando terroristas treinados em campos da Al Qaeda atacaram os Estados Unidos, as escolas religiosas radicais do Paquistão e da Índia tornaram-se um importante foco de preocupação. De acordo com muitos especialistas, as chamadas madraçais são parte fundamental do problema do terror islâmico, pois formam e incentivam os jovens militantes dispostos a morrer pela causa. A seguir, as origens das madraçais, seus ensinamentos e as reações das autoridades dos países.

1. O que são as madraçais?
2. Quando e como surgiram essas instituições?
3. Quando as escolas islâmicas começaram a formar radicais?
4. Por que as madraçais são acusadas de formar terroristas?
5. Onde está concentrado o maior número de madraçais?
6. Como o governo do Paquistão lida com essas escolas?
7. O que ocorreu na Mesquita Vermelha de Islamabad?
8. Quais são os objetivos desses estudantes radicais?
9. Qual foi a reação do governo paquistanês ao cerco em Islamabad?
10. Todos os estudantes das madraçais tornam-se militantes radicais?
11. Como são as instalações e as aulas das madraçais?
12. Que tipo de aluno se matricula nessas escolas islâmicas?
13. Por que as autoridades não conseguem regulamentar as escolas?

1. O que são as madraçais?

São escolas islâmicas espalhadas pela Ásia, principalmente no Paquistão e na Índia. Elas diferem das outras escolas formadoras de religiosos muçulmanos que se espalham pelo mundo árabe e em algumas partes do Ocidente. São internatos para homens de 5 a 30 anos, todos muito pobres, que permanecem isolados de suas famílias e das notícias do mundo, mergulhados apenas no estudo do Corão e das leis islâmicas.

2. Quando e como surgiram essas instituições?

As madraçais são uma criação do século XI, quando a religião de Maomé já tinha sólidos quatro séculos de existência e era hegemônica numa região enorme do planeta que ia da Ásia Menor ao leste da África. Elas nasceram para formar juízes, professores, matemáticos e astrônomos. Sua função puramente doutrinária era secundária.

3. Quando as escolas islâmicas começaram a formar radicais?

A politização das madraçais começou em 1979, ano da revolução iraniana e da invasão do Afeganistão pelos soviéticos. Foram dois eventos cruciais. A revolução iraniana marcou a chegada do clero islâmico ao poder político num país de peso. A invasão do Afeganistão pelos soviéticos criou uma resistência armada ao invasor que foi servir-se de combatentes entre os estudantes religiosos. O Talibã, termo que pode ser traduzido por "estudante", nasceu nas madraçais.

4. Por que as madraçais são acusadas de formar terroristas?

Essas escolas religiosas ensinam uma versão ultraconservadora do Corão. Portanto, é de suas fileiras que saem os mais fanáticos militantes muçulmanos. Acredita-se que muitos dos terroristas da rede Al Qaeda, de Osama bin Laden, tenham estudado nessas escolas.

5. Onde está concentrado o maior número de madraçais?

No Paquistão, país que tem cerca de 7.000 madraçais, que atendem 600.000 alunos. Metade delas ainda consegue manter certa tradição de ensino. A outra metade caiu na teologia da fanatização. Infiltradas por partidos e grupos clandestinos, passaram a formar militantes radicais. Durante a infância e a puberdade eles ouvem todos os dias que o Ocidente é a fonte de todo mal e que a maior glória é morrer por Alá.

6. Como o governo do Paquistão lida com essas escolas?

Antes dos atentados terroristas de 11 de setembro, Pervez Musharraf, presidente do país, dizia que as madraçais eram apenas parte do "sistema de assistência social aos pobres". Depois dos atentados, a pressão internacional forçou-o a uma revisão. Musharraf colocou muitas das escolas islâmicas sob vigilância. Isso não impediu o conflito de julho de 2007 entre alunos de uma madraçal de Islamabad e as forças de segurança do país.

7. O que ocorreu na Mesquita Vermelha de Islamabad?

O confronto no templo começou depois que cerca de 120 estudantes fundamentalistas das madraçais atacaram o posto de segurança de um edifício do governo próximo à Mesquita Vermelha, seqüestrando policiais e roubando armas. As forças de segurança foram acionadas e deram início ao confronto, lançando bombas de gás lacrimogêneo. Depois de uma semana de cerco ao complexo, o local foi invadido. Dezenas de pessoas morreram.

8. Quais são os objetivos desses estudantes radicais de Islamabad?

Os estudantes fundamentalistas das madraçais da Mesquita Vermelha tentam impor as regras sociais dos radicais do Talibã no Paquistão. Para isso, seqüestram pessoas que teriam cometido atos contra o Islã.


9. Qual foi a reação do governo paquistanês ao cerco na Mesquita Vermelha?

O presidente Pervez Musharraf afirmou que irá erradicar o terrorismo e o extremismo no país. "Infelizmente, tivemos que enfrentar o nosso próprio povo", lamentou. "Eles se desviaram do bom caminho e ficaram suscetíveis ao terrorismo." Musharraf pediu às escolas religiosas que "ensinem os valores verdadeiros do Islã e tirem o extremismo das mentes de seus estudantes".


10. Todos os estudantes das madraçais tornam-se militantes radicais?

Não, nem todas são formadoras de fanáticos -- e nem todos os alunos formados nesses locais atendem ao apelo para se alistarem nas milícias. A maioria dos alunos pobres, embora submetidos a um sistema de lavagem cerebral para livrá-los de "todas as más influências ocidentais", sai das escolas para disputar empregos comuns no governo do Paquistão. Eles estudam as leis islâmicas, medicina e até administração pública.

11. Como são as instalações e as aulas das madraçais?

Até duas centenas de alunos ocupam meia dúzia de dormitórios e se ajeitam em ralos cobertores de lã espalhados sobre o chão de concreto. O currículo é quase totalmente islâmico: o Corão, gramática árabe para ler o Corão e história do Islã e, para variar, matemática.


12. Que tipo de aluno se matricula nessas escolas islâmicas?

Os alunos das madraçais do Paquistão formam entre os jovens mais pobres do país. Pais ricos, de classe média ou remediados não mandam os filhos para as madraçais. Elas são mesmo o último recurso de um jovem depauperado de um país islâmico. Muitos se internam apenas pela comida, que é frugal mas nunca falta. Os alunos passam de oito a nove anos vivendo em suas instalações.


13. Por que as autoridades não conseguem regulamentar as atividades das escolas?

A maior dificuldade em controlá-las está no fato de que as escolas são independentes. Não podem ser vendidas, porque foram construídas e são mantidas com dinheiro doado a título de caridade. Como formam os fiscais do cumprimento da "charia", o código de princípios morais e legais do Islã, são muito poderosas. Depois do 11 de Setembro, o presidente Musharraf, numa tentativa de torná-las mais ecléticas, ofereceu nomear professores de química, matemática e geografia para as 7.000 escolas. Só 700 aceitaram a oferta.

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/escolas_islamicas/index.shtml

4- Reinaldo Azevedo descasca o mito MTST e sobra só o miolo da hipocrisia… burguesa! 18/07/2014

Boulos, o “intelectual” que virou líder revolucionário

Pergunto ao leitor: quem lê a Folha? Por acaso é o morador de rua? Quem sabe o miserável que depende de esmolas e vive em uma pocilga qualquer? Não, né? O público-alvo da Folha não é exatamente o pessoal “sem-teto”, certo? Então por que o jornal contratou como colunista o líder do movimento, Guilherme Boulos? A quem ele se dirige em suas colunas? Responder essa simples pergunta é suficiente para fazer o “encanto” de parte das elites com o MTST desmoronar…

Foi o que fez Reinaldo Azevedo em sua coluna no mesmo jornal hoje. O tema tem tudo a ver com meu livro sobre a “esquerda caviar”. Os revolucionários comunistas ou anarquistas jamais saíram do proletariado, da classe operária. Eram todos herdeiros, filhos de classe média ou alta, ou gente que vivia de suas mesadas, como o próprio Marx. Nunca tivemos revolucionários do andar de baixo. Fidel, Mao, Lênin, Pol-Pot: todos tinham posses e estudaram em boas escolas.

O que em Lula encantou tanto “intelectual” foi justamente o fato de ser um simples operário, alguém que admitia não ler, não se instruir. Era o “intelectual orgânico”, um humilde “torneiro mecânico”, sindicalista, e bastava falar qualquer bobagem, como até elogiar a determinação de Hitler, para levar ao orgasmo “pensadores” como Marilena Chauí, que via um mundo mais iluminado a partir da saliva do operário.

Lula não era comunista, de fato. Era oportunista. Queria dinheiro e poder. Conseguiu ambos. Aburguesou-se por completo, e hoje degusta das benesses capitalistas que só os magnatas possuem. Boulos, ao contrário, fez o caminho oposto: é filho de classe média alta e tem formação intelectual, mas mesmo assim preferiu ser “revolucionário” em nome da “igualdade”.

O narcisismo e o poder podem ser drogas mais poderosas do que o dinheiro. A sensação de ser um redentor, um profeta, é um entorpecente e tanto. Como diz Reinaldo Azevedo: “Ele nos devolve ao refinado Iluminismo francês. Os seus sem-teto são os ‘sans-cullotes’ das fantasias jacobinas –que são, desde sempre, fantasias… burguesas!”

Bota burguesas nisso! O povo trabalhador não tem tempo para viver de “protestos” e invasões, não pode se dar ao luxo de brincar de revolucionário praticando crimes. Precisa… trabalhar! Boulos fala a uma elite culpada, covarde, em busca de emoção, aventura, algo que a tire de seu tédio ou seu sentimento de culpa por suas posses. É o sintoma de uma época doente, pusilânime, medrosa, hipócrita. Por isso Boulos é colunista da Folha, e não do Povo.

Rodrigo Constantino

http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/cultura/reinaldo-azevedo-descasca-o-mito-mtst-e-sobra-so-o-miolo-da-hipocrisia-burguesa/

 
http://artisnobilis.com/blog/blog/gramscismo-1.html COMO O BRASIL, AMÉRICA LATINA E EUA ESTÃO SENDO DOMINADOS PELO COMUNISMO GRAMSCISTA
Folha COMUNISTA de São Paulo ajuda e ajudou reescrever nossa história

Mentiras Comunistas Reescrevendo Nossa História

Mentiras Comunistas Reescrevendo Nossa História
A Ditadura Militar Nunca Existiu em 1964, imperialista, imperialismo, cia, mi6, mossad, Dilma e Lula. Campanha eleitoral, comunistas, comunismo, ditadura, terrorismo, terroristas. Brasil, brasileiro, governo, censura, cuba, venezuela, guerras, AL, bolivarismo, integração, Estados Unidos da América, EUA, unasul, entreguismo, geopolítica, global, guerra, latina, Central Intelligence Agency, Abin, NSA. Fora foro de São Paulo. PT, Lula e Putin

Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

comente: blog@artisnobilis.com