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Mal da Vaca Louca no Brasil Confirmado 2º Caso (Não é a Dilma)

1000 casos por semana de Microcefalia por Aedes Aegypti em crianças também sendo escondidos (cérebro de galinha)...

1- O mundo todo já sabia e proibia a importação de carne do Brasil. E o Governo iniciou a propaganda da FRIBOI para disfarçar (2014).

2- 13/05/2014 - Publicado na madrugada na Veja e nada na TV aberta...

3- 13/05/2014 - Governo brasileiro vai a o Peru tentar reverter a proibição de carne brasileira e nada na TV aberta...

4- Contágio fácil, não há como detectar antes dos sintomas, não tem cura. A morte pode ser adiada, mas com o paciente louco !!! Conheça a doença.

1-Brasil confirma segundo caso da doença da vaca louca

SAO PAULO  Sáb 10 de maio de 2014 14:58 BRT

(Reuters) - O Brasil confirmou um segundo caso da doença da vaca louca, um ano depois de vários países proibiram a importação de carne bovina brasileira, quando um caso semelhante da doença foi confirmado.

O Ministério da Agricultura disse na sexta-feira que um laboratório em Weybridge, Inglaterra aprovado pela Organização Mundial de Saúde Animal confirmou que foi um caso atípico espontânea de encefalopatia espongiforme bovina (BSE), ou doença da vaca louca, sem nenhuma ligação com ração contaminada.

A vaca de 12 anos de idade, encontrado morto em março, em um matadouro no Estado do Mato Grosso nasceu e nunca saiu da mesma fazenda onde o gado é alimentado por pastagem e sais minerais, e não alimentar, de acordo com um comunicado do ministério.

Casos clássicos de vaca louca é causada quando o gado é alimentado cérebro ou tecido espinhal de outros ruminantes, o que agora é proibido em quase todos os países produtores de carne bovina, incluindo o Brasil. Em casos atípicos, os animais contraíram a proteína de forma espontânea, em vez de através do fornecimento de alimentos.

O ministério disse que o animal doente foi incinerado e nenhuma de suas partes entrou na cadeia alimentar animal.

Em testes de final de 2012 mostrou que uma vaca que morreu dois anos antes no estado do Paraná desenvolveu a proteína que causa a doença da vaca louca, que o animal nunca desenvolveram a doença e morreu de causas naturais.

A Organização Mundial de Saúde Animal mantido o status do Brasil como um país com um insignificante risco de EEB depois de confirmado o caso do Paraná atípico em testes realizados na Inglaterra em 2012.

Mesmo assim, vários países, incluindo a Coréia do Sul, China e Egito proibiu algumas ou todas as importações de carne bovina do Brasil, o maior exportador do mundo.

Os seres humanos podem desenvolver o que é conhecido como variante da doença de Creutzfeldt-Jakob de consumir animais com vaca louca, e mais de 150 pessoas morreram em decorrência disso. Da vaca louca foi descoberto pela primeira vez na Grã-Bretanha em 1986, mas os controles estritos têm temperado a sua propagação.

(Reportagem de Fabiola Gomes; escrita por Anthony Boadle , Edição de Marguerita Choy)

2- Importadores barram carne de MT por 'vaca louca'

Segundo o frigorífico Marfrig, Egito, Irã e Argélia já impuseram restrições à carne bovina do estado brasileiro, temendo contaminação pela doença

Ministério da Agricultura disse que caso de MT é 'atípico'

Ministério da Agricultura disse que caso de MT é "atípico" (Thinkstock)

Egito, Irã e Argélia impuseram restrições à carne bovina de Mato Grosso por conta de um caso atípico da doença conhecida como 'vaca louca' registrado em um frigorífico no Estado, disse nesta segunda-feira o diretor-presidente da empresa de alimentos Marfrig, Sérgio Rial. Contudo, ele disse em conferência para comentar os resultados da companhia, que as restrições impostas até o momento "foram muito coerentes", porque foram restritas ao Mato Grosso. 

Na semana passada, o Peru já havia imposto embargo temporário, de 180 dias, à carne procedente do Brasil. Os três países foram o quarto (Egito), o sexto (Irã) e o nono (Argélia) maiores importadores de carne bovina in natura do Brasil em 2013, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

Leia mais: Peru embarga carne do Brasil por suspeita de vaca louca
Minerva compra frigorífico no Uruguai por US$ 37 milhões  
Marfrig amplia prejuízo no 1º trimestre 

O laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) confirmou que o caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecido como 'mal da vaca louca', encontrado em Mato Grosso é "atípico", informou o Ministério da Agricultura. 

O ministério disse que um teste realizado no laboratório de Weybridge, do Reino Unido, ratifica resultado das investigações epidemiológicas realizadas no Brasil indicando que se trata de um caso espontâneo, que não tem qualquer correlação com a ingestão de alimento contaminado.

No fim do ano passado, a Rússia havia suspendido a compra de carne de dez frigoríficos brasileiros depois de uma inspeção de veterinários russos constatar "descumprimentos generalizados e alguns particulares" das normas sanitárias da União Aduaneira (UA), formada por Rússia, Belarus e Cazaquistão.

Caso - No caso atípico, que ocorre de forma esporádica e espontânea, principalmente em animais mais velhos, não há relação com a ingestão de ração animal contaminada. A vaca morta em Mato Grosso tinha doze anos, nasceu e foi criada na mesma fazenda, em sistema extensivo de produção a pasto e sal mineral, segundo o ministério.

No caso clássico, a doença é transmitida por ração contaminada com o príon, por ter sido elaborada com a carne processada de animais infectados. De qualquer forma, a carne e outros produtos do animal de Mato Grosso não ingressaram na cadeia alimentar, e o material de risco específico foi incinerado, segundo o ministério.

A doença da vaca louca é um problema neurológico normalmente fatal, com sintomas como postura anormal, dificuldade motora, agressividade, perda de peso e queda na produção de leite.

(com agência Reuters)

http://veja.abril.com.br/noticia/economia/importadores-barram-carne-de-mt-por-vaca-louca

3- Governo brasileiro vai ao Peru dar explicações sobre vaca louca

  • 13/05/2014 17h54
  • Brasília
Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento enviará técnicos a Lima na próxima segunda (19) ou terça-feira (20) para tentar reverter a suspensão às compras da carne bovina do Brasil, anunciada pelo Peru na semana passada. O país interrompeu as importações do produto oriundo de todo o território brasileiro por 180 dias, após a confirmação de um caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB), popularmente conhecida como doença da vaca louca, no estado de Mato Grosso.

Por meio da assessoria de comunicação, a pasta confirmou, ainda, uma viagem ao Irã na próxima quarta (21), para averiguar dificuldades de embarque da carne brasileira para aquele mercado informadas pelo setor privado. Deve haver também uma visita ao Egito, que  suspendeu oficialmente as compras de carne de Mato Grosso por 180 dias. Ainda não está definida qual será a data.

Segundo o Ministério da Agricultura, a documentação de esclarecimento sobre o caso de EEB será enviada a todos os parceiros comerciais e alguns receberão missões brasileiras. A decisão de incluir o Irã na agenda de viagens foi tomada após a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) informar que o país foi o terceiro a embargar a carne de Mato Grosso.

De acordo com a Abiec, além de dados comerciais apontarem uma suspensão, uma publicação na página do serviço veterinário oficial do Irã indica restrições à carne de Mato Grosso. O Ministério da Agricultura, entretanto, ressalta que uma ação do tipo só pode valer após comunicação formal ao governo brasileiro, o que não ocorreu. Segundo a assessoria, a pasta optou pela viagem ao país asiático para verificar o que está ocorrendo.

O presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, disse acreditar que a reação de alguns compradores da carne brasileira após a confirmação do caso mudará rapidamente. “Estamos muito confiantes de que se possa reverter [as suspensões] no curto prazo”, disse.

Fiscais do Ministério da Agricultura detectaram suspeita de um caso de vaca louca em 19 de março em um frigorífico da JBS/Friboi. A carne não chegou ao mercado de consumo. O ministério fez testes no Laboratório Nacional Agropecuário de Pernambuco (Lanagro-PE), que indicaram a doença. A pasta também iniciou uma investigação epidemiológica em campo, sacrificando e testando 49 bovinos contemporâneos do animal que desenvolveu a doença, mas os resultados deram negativo.

Para cumprir o protocolo da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e determinar o tipo de manifestação, o ministério encaminhou ainda amostras para o laboratório de referência da entidade no Reino Unido. Os resultados chegaram ao Brasil na sexta-feira (9) e apontaram um caso atípico (tipo H) de EEB, que costuma ocorrer em animais mais velhos. Trata-se de uma manifestação esporádica, não associada à ingestão de ração contaminada e que traz menos riscos.

A doença da vaca louca é causada por uma proteína chamada príon, que pode ser transmitida a bovinos e caprinos quando alimentados com ração de farinha contendo carne e ossos de animais contaminados. Além de causar a morte dos animais, a EEB pode infectar seres humanos.

No ano passado, após a confirmação de um caso de doença da vaca louca em um animal morto em 2010 em Sertanópolis (PR), vários países suspenderam a compra da carne brasileira, embora também se tratasse de EEB atípica.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-05/governo-brasileiro-vai-ao-peru-dar-explicacoes-sobre-vaca-louca

4- Doença da vaca louca (CONHEÇA A DOENÇA)


Tecido cerebral com aspecto espongiforme

Príons são partículas proteicas responsáveis por diversas atividades, como amadurecimento dos neurônios. Entretanto, podem se tornar patogênicas, causando doenças crônicas e degenerativas do sistema nervoso central, deixando tais regiões com aspecto de esponja, ao serem observadas ao microscópio. A transmissão pode se dar de forma infecciosa ou hereditária; não provocando respostas imunitárias ou inflamatórias no indivíduo acometido.

A encefalopatia espongiforme bovina, ou mal da vaca louca, é uma doença priônica que afeta bovinos. De evolução bastante rápida após o surgimento dos sintomas, estes animais geralmente não resistem mais do que seis meses. Dificuldade de locomoção e nervosismo são as principais manifestações observáveis.

Acredita-se que a gênese desta doença está no fornecimento de ração para estes animais contendo carcaças de ovinos sem o devido aquecimento, como era feito na década de 70 e 80. Como provavelmente alguns destes espécimes estariam infectados pelo Scrapie (outra doença priônica); e pelo fato de que menos de uma grama de material do sistema nervoso é suficiente para contaminar um único indivíduo, esta é a hipótese mais aceita até o momento.

Uma doença causada por príons cujos sintomas são semelhantes ao mal da vaca louca e que acomete indivíduos da nossa espécie chama-se doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Esta, transmitida por meio de transfusões de sangue, contato com instrumentos cirúrgicos contaminados, herança genética ou de surgimento esporádico; causa dificuldades de locomoção e demência progressiva, sendo muitas vezes confundida com a demência senil ou Alzheimer. Sua incidência anual é de um caso a cada dois milhões de pessoas e, geralmente, leva o indivíduo a óbito em menos de um ano após o surgimento dos sintomas.

A nova variante da doença de Creutzfeldt-Jakob, ou vDCJ, está relacionada ao consumo de carne bovina ou seus derivados contaminados pela encefalopatia espongiforme. Com período de incubação menor do que a anterior, ou seja: afetando indivíduos jovens, as manifestações sintomáticas são semelhantes.

Até o presente momento, nenhuma destas doenças é detectável em fase precoce e, após o surgimento dos sintomas, o que se pode verificar são as alterações na região do sistema nervoso central por meio de ressonância magnética e tomografia computadorizada, mas que são semelhantes a outras doenças neurológicas degenerativas. Assim, somente analisando o material cerebral ao microscópio, após o óbito, é que pode ser feito o diagnóstico confirmatório.

Como as doenças priônicas são incuráveis, o tratamento visa retardar e controlar os sintomas.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

http://www.brasilescola.com/doencas/doenca-vaca-louca.htm

 

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Mal da Vaca Louca no Brasil Confirmado 2º Caso

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