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Alienação Parental é um Golpe criado pela OAB para destruir a Família e ajudar a implantar o Socialismo Gramscista no Brasil

1- FALCATRUAS NO FÓRUM DE ARARAQUARA

3- A ligação dos Zampieri com o MR8, movimento guerrilheiro reorganizado por Orestes Quércia. O escritório do governo do estado de São Paulo em Araraquara (prédio da antiga FEPASA) organizava assaltos com mortes em Ribeirão Preto e Goiânia em 1985/1995...

4- Em 2000 passei por Araraquara para divulgar fatos que descobri sobre o PT, divulgar num blog o que registrei na Biblioteca Nacional alguns dias antes e foi recusado por jornais e editoras. Fui muito atacado por minha família que neste ano elegeu Edinho Silva para prefeito. Tive que comer alho que tenho forte alergia...

1- FALCATRUAS NO FÓRUM EM ARARAQUARA

Aos Meritíssimos:

Dr. Marco Aurélio Bortolin, MM. Juiz de Direito da 2ª Vara da Família e das Sucessões e Cartório respectivo
Dr. Ivan Rodrigues de Andrade, MM. Juiz de Direito da 1ª Vara da Família e das Sucessões e Cartório respectivo
Dr. Carlos Alberto M. S. M. Violante, MM. Juiz de Direito da 2ª Vara da Família e das Sucessões e Cartório respectivo

Falcatruas com advogados e talvez anuência com funcionários do fórum de Araraquara.
Não sei o procedimento correto para saber se há anuência de funcionários, ou se os advogados fazem sozinhos.

Tive decretado um divórcio à revelia, sendo que por duas vezes estive no Fórum de Araraquara em um caso de alimentos no mesmo período que ocorria o divórcio à revelia e com o mesmo advogado que me processava à revelia.
Meu advogado no caso de alimentos era o mesmo que o de minha esposa no caso do divórcio. Como então eu não ser informado do processo de divórcio?

A ação de divórcio foi escondida de minha pessoa e o juiz enganado.

Alimentos: Ubirajara Dorta Jardim X Ivana Shizue Oisi
Divórcio: Ubirajara Dorta Jardim X Sandra Regina Zampieri Jardim (RG 19.261.820-SP e CPF 0.85.119.278-59)

Só soube deste divórcio, muitos anos depois, quando minha filha, Namira, apareceu em minha casa e me disse um monte de mentiras ditas pela mãe e que passou a acreditar.

Me sentia muito mal, minha família não falava comigo, meus filhos diziam coisas descabidas, fiquei muito doente e andei de bengalas por 1,5 anos.
Deixei Araraquara para ser camelô em Santos (a única cidade que consegui um aluguel sem fiador).

Mais alguns anos, por telefone, minha filha falou em abuso sexual e lhe perguntei se lembrava disto e que me desse detalhes: apenas acreditava na mãe! dinheiro para nada e estava muito doente (deve constar dos autos da ação de alimentos).

Sempre fiquei curioso de saber como poderia haver um divórcio a minha revelia sendo que o endereço de meu RG na época era Rua Itália 2135 em Araraquara. Onde na época residia minha mãe, meu irmão Pedro, minhas irmãs Laura e Thelma.

Apeia do sono e artrite psorisiaca afetavam muito meu trabalho já há anos.

Não pude investigar de imediato principalmente por desconhecimento. Por volta de 2005 liguei para Dr. Sergio Cavalcante Figueiredo e relatei os fatos. Lhe depositei R$300,00 ou R$500,00 e lhe enviei procuração. Em aproximados 15 dias ele alegou que havia levantado meu casamento em Santa Lúcia e meu Divórcio ( sei que levantou Santa Lúcia e Araraquara ). Sei que constatou que meu advogado em Araraquara na ação de alimentos era o mesmo da ex-esposa na ação de divórcio. E que tudo ocorreu ao mesmo tempo. De imediato respondeu que a revelia era falsa e que eu não iria gostar nada dos termos e alegações do divórcio.

Dr. Sergio pediu-me R$3.000,00 para anular o divórcio fraudulento. Estou doente há anos e cada vez mais grave (motivado pelas falcatruas para que meus filhos me odiassem) e fui adiando.

Como Dr. Sérgio não podia falar por câncer na garganta, suas acessoras Patrícia e Fátima, repetiam o que Dr. Sérgio falava. Após trocar e-mails com a Floriza Figueiredo, solicitando os dados que Dr. Sérgio Levantou, esta me pediu que entrasse em contado com Patrícia e Fátima que já nem lembrava os nomes. Estas alegavam não poder enviar nada, pois eu nunca havia feito procuração para Dr. Sérgio e nada havia sido levantado. Tinha certeza da procuração, mas não tinha como provar. Tempos depois, agora em 2014, encontrei anotações minhas ditadas pela Patrícia: O nome do advogado trambiqueiro é Flávio S. Haddad, OAB/SP 100.112. O divórcio fraudulento tem o nº de processo nº1704/98

Patrícia e Fátima mentem, encontrei agora em 2014 e-mail de Dr. Sérgio confirmando ter feito diligências em Santa Lucia e Araraquara e ter documentos comprovando a fraudulencia do processo (encontrei também fitas k7 que eu usaria transferindo a voz de Dr. Sérgio para o programa Sony Sound Forge e trataria a voz para poder entender Dr. Sérgio que estava com câncer na garganta - Não queria importuná-lo o fazendo repetir - Preciso comprar a correia do tocador k7 para transferir para o computador).

Que alguém possa fazer chegar estes dados a um juiz criminal de Araraquara?

Alimentos: Ubirajara Dorta Jardim X Ivana Shizue Oisi
Divórcio: Ubirajara Dorta Jardim X Sandra Regina Zampieri Jardim

É só verificar os dois processos que se evidenciará a falcatrua na revelia do divórcio.

PRODAPLAN TURISMO: Eu era casado com Sandra Zampieri legalmente, mas estávamos separados há alguns anos. Sempre ligava para saber de meus filhos e ela me informou (ou eu perguntei) que a Ivana Oisi estava me processando por alimentos (meu filho Olavo estava com alguns mêses). Eu morava em São Paulo há tempos e perguntei (ou ela me indicou) por um advogado. Me deu um nome e telefone!

Liguei para o advogado e marcamos num endereço na Av. Dom Pedro II em Araraquara. Lá chegando reconheci a casa da Regina Célia Smirne (colega de escola e cliente de jóias), Teresa (casada com meu tio João Paulo Silva Jardim) e Ronaldo (pai) e não me recordo o nome da mãe falecida em acidente. Entrei na antiga casa dos Smirnes com uma placa PRODAPLAN (me deu muita confiança, pois conheci o fundador, Rodolfo, amigo de meu tio Edgard de Oliveira Dorta e cheguei a frequentar a empresa em seu endereço original na Padre Duarte (creio que começou como contabilidade).

Falei com a recepcionista que entrou e ficou lá dentro, o advogado me atendeu na recepção. Ficamos sentados aproximados 1/2 hora. Ruivo amarronzado (não o ruivo totalmente vermelho), um pouco de sardas, alto, aproximados 35 anos, terno marrom, aliança de casado.

Já havia se inteirado do caso e marcamos no fórum de Araraquara na data e hora que ele havia se informado.

Ok na 1ª audiência: um juiz jóvem de origem chinesa esculhambou com o Advogado da Ivana Oisi, ela e seus argumentos falsos, o juiz disse que iria investigar, que aquilo lhe parecia vingança e Ivana Oisi e o seu Advogado se olhavam assustados.

Na audiência seguinte cheguei no horário que meu advogado pediu e já estavam saindo da audiência, que eu me enganei de horário, que não haveria pensão alguma. Acho que meu advogado estava combinado com o advogado da Ivana, acho que o juiz investigou e ia penalizar as mentiras, mas são especulações.

Meu advogado não abriu a boca na 1ª audiência, eu que conjecturei, me indignei.

Desde a casa dos Smirnes, a PRODAPLAN, perguntei sobre valores e o advogado disse para não me preocupar. Na saída da 2ª audiência perguntei em quanto ficou e respondeu que não era nada.

Muitos anos (uns 4, não sei precisar) depois, quando comecei a desconfiar da falsa revelia, iniciei a ligações para a PRODAPLAN (havia esquecido o nome do advogado) e dando a descrição, endereço e data aproximados. Nada da PRODAPLAN informar.

Até alguns dias da data de minha internação por apêndice supurado, minha filha, Namira Zampieri Jardim, me ligava sempre para ir lhe visitar, para ir a seu aniverário de 15 anos, mas eu já tinha Apneia grave diagnosticada por Dr. Mário Francisco Real Gabrielli (meu queixo cai e obstrui a respiração). Não podia ir, pois tinha um acordo com uma garota de programa que não tinha saída (procura, aceitação) para que tomasse conta de meu sono. Tive medo de viajar e deixar meu computador e vídeo aulas de Web Designer e Programação em PHP com esta garota que mal conhecia. Nos meus últimos dias em Araraquara, Rosangela, amiga e trabalhadora de Limeira, tomou conta de meu sono, como já havia feito em Limeira alguns anos antes. Quando auto diagnostiquei apendicíte liguei para minha filha por 3 dias seguidos (ela alegou que a mãe não permitiria, pois eu a abusaria sexualmente). Quando comecei a ter febre e vômitos, sabia que o apêndice supurou, peguei uma sacola de roupas e fui de taxi para a Santa Casa de Santos. Nesta época, creio, a garota de programa havia arrumado emprego de camareira em um hotel 5 estrelas de SP e fazia lá um determinado bico (enriqueceu e comprou imóveis como camareira).

Não posso ir pessoalmente, por ter sido vítima de psoríase, Dr. William Roberto Olivi (mais ou menos isto, foi médico no Náutico), me deu muita cortisona e parei de crescer aos 14 anos, tenho muitos problemas, clavícula mal formada, a cortisona transformou minhas cartilagens em ossos. Inicialmente os médicos achavam que era genético, por conta lembrei que parar de crescer aos 14 anos tinha ligação com a cortisona.

Flávio S Haddad

Rua Pedro Morganti, Nº 2086 Cep: 14801-395 Araraquara SP - (16) 3331-2858
2- OUTRA FALCATRUA NO FÓRUM EM ARARAQUARA - Minha filha apanhava com menos de 3 mêses de idade - era desmamada à força com chuchu, leite de vaca e caldo de feijão - eu passava as noites acordado massageando-a para que não morresse de gases.

Filha de Ana Pereda Zampieri e Mário Brito Zampieri, a conheci em uma farmácia onde fui comprar remédios receitados pelo Médico Psiquiatra Dr. Edson Arruda (Stelapar e Diazelong ele me receitou dos 19 anos até por volta dos 24 anos e creio que nesta época me receitava Rohypinol) que se matou nesta mesma época.

Eu vinha de um apagão, perda de memória (link acima no item 2), pelo espancamento que minha filha Fernanda sofria aos 2 meses de idade...

Deviam ser umas 11 horas da noite, na farmácia Noturna (única que abria esta hora em Araraquara) e quando eu subia em minha moto, uma moça alta, bonita me pediu carona (disse não haver mais ônibus naquela hora). Quando a deixei em frente seu conjunto habitacional ela me beijou. Conversamos um pouco, era mais alta que eu, bem maquiada, baton vermelho e disse ter 17 anos. Pegou meu telefone...

No dia seguinte, me ligou, disse que a tia dela havia sido namorada de meu tio Dirceu Silva Jardim, que a tia queria que eu fosse em seu aniversário. Eu tinha 28 anos...

Fui ao aniversário que eu pensei ser de 18 anos (ela me disse ter 17), a família me tratou muito bem, então vi no bolo as velinhas de 15 anos!!! A família e ela me tratavam como namorado.

Alguns dias depois começou a frequentar minha casa e passava a noite sem se procupar, então fui falar com a mãe dela se estava tudo certo e estava. Falando com a mãe ela disse que gostava de vinhos, eu disse ir muito a Caldas (28 km de Poços de Caldas) comprar garrafões de vinho e a mãe incentivou que fosse buscar alguns vinhos para ela e levasse a Sandra (ficamos alguns dias no Hotel Fazenda Ita[?])...

Nos 1ºs dias juntos, ela já sabendo de meu sofrimento, me prometeu muitos filhos e que se um dia nos separássemos ela deixaria os filhos comigo...

Foram 2 anos muito bons, parecia uma boa menina, mas engravidou aos 17 anos, até ai tudo bem. Achei chato um filho nascer sem casamento e pedimos autorização de um juiz para casarmos. Casamos...

Uns 60 dias antes de meu filho nascer, passei o domingo fazendo uma jóia fina para a Ana Maria Carvalho (Gata Chique) no predinho esquina da Rua 9 de Julho com a Av. São Paulo. No cofre estavam 3 quilos de correntões de ouro adquiridos na 6ª (creio que de Gassem Kalil Gibram) que por segurança e por giro de capital eu levaria para SP na madrugada de 2ª feira. Esqueci minha carteira com documentos na banca de trabalho, dei por falta umas 22 horas e fui buscar. A porta do prédio estava aberta, sendo que há poucas horas eu havia fechado com chave, mas pensei que algum condômino havia esquecido aberta. Quando cheguei na porta de minha sala, percebi a fechadura arrancada, entrei e liguei a chave geral. Foi quando vi a sombra de um braço esticado em uma das divisórias, saquei minha arma e abri fogo para me posicionar. Fui para fora da sala, mas pensei que ele poderia pela minha sombra saber o lado onde eu estava, então fui rapidamente para o fundo do corredor esperar a cabeça do cidadão que veio rolando em baixo como em filme e fui atingido por ricochete antes de corrigir minha mira. Pela posição do atirador eu só vi um gorro preto e cabelos grisalhos. O cidadão correu para a porta do prédio e fugiu. Liguei 190 e em minutos a viatura com o soldado Hélio e o Tenente Scosafava chegou...

No dia seguinte a polícia técnica examinou a porta e levou os equipamentos de arrombar cofre. Fui chamado para reconhecer um corpo que não conhecia (podia ou não podia ser o arrombador, pois só vi o gorro e cabelos girando no chão). Soube que o morto era do Rio de Janeiro, foragido, que estava no hotel dos Zampieri perto da Estação de Trem, mas não relacionei com a Sandra Zampieri (alguém informou dos atípicos 3 kg de ouro adquiridos na 6ª feira)...

O dia em que meu filho Fábio nasceu eu cheguei de viagem e fui para a maternidade. Lá chegando a Sandra estava deitada abraçada com a mãe, Ana, e começaram a se revelar totalmente perversas. Estavam vendo uma revista com a Roberta Close e eu disse "que nojo!" e a sogra disse "vai deixar ele te tratar assim? marido tem que ser tratado na redea curta!". Deste dia em diante se revelaram...

Já aos 14 anos ia para pesqueiros com vários homens e recebia dinheiro (informação de Rubens Fazan, mecânico que na época trabalhava com Duvilio Tedeschi e filhos na Av. 36. Sandra confirmou e me pediu para retirar deles fotos dela nua no pesqueiro, como eu tinha um filho com ela fui atrás da foto, consegui uma cópia, mas não o filme. Disse também que tinha que dar pros namorados da mãe desde os 12 anos, que com ela que a mãe mantinha os namorados...

Logo que meu filho Fábio nasceu a Ana voltou a cafetiná-la. Ela ia passar dias com um fazendeiro em cidade após Rio Preto, saía com um certo Jr. do banco Itaú, com um PM do pesqueiro que já frequentava aos 13 anos... Nesta época eu seguia aconselhamentos da psiquiatra Elizabete Abrita (elizabeth)...

Eu sempre quieto, pois não queria perder meu filho (havia uma promessa que se ela partisse deixaria os filhos comigo). Nestes dias eu fui com ela na casa da sogra, Ana, e lá havia uma reunião de assalto em Ribeirão Preto. A reunião continuou normal em minha presença... Um japonês de Lins que era do MR8 (tinha uns 48 anos) um japonesinho de Araraquara, primos Zampieri que comandavam o jogo do bicho em Araraquara... Pareceu um convite para mim que escutei e fiquei quieto... Foi proposital, pois a Sandra me levou lá na hora de diversas outras reuniões...

Os dias e meses se passando descobri que o marido da tia, creio que chefe do escritório do governo Quércia em Araraquara (mas sei que lá trabalhava) interligava assaltos do MR8 de Ribeirão Preto em Araraquara, do MR8 de Araraquara para Ribeirão e Goiânia... 1 2 3

O MR8 foi reorganizado em todo o Brasil por Quércia, haviam muitos jornalistas, muitos nunca foram fichados pelos militares. Pelas reuniões que "participei" só haviam aproximados 3% de fichados. Passei por "O Barril", entrei para tomar um Chopp no balcão e na chopperia estava tendo uma confraternização com diversos jornalistas de Araraquara, Ribeirão e uns 15 integrantes dos Assaltos em Ribeirão e Goiânia [ Ivan Peroni, Howard França, Nicolino Lia(?), fotógrafo Zampieri do Jornal "O Imparcial", muitos da família Zampieri, muitos das reuniões de assaltos...]. Seria só o MR8 de Araraquara e Ribeirão que assaltava ? Pelo que entendi, as principais quadrilhas em todo o país que assaltavam bancos e residências de milionários eram comandadas por Orestes Quércia e MR8. Isto originou o PCC que o Lula assumiu... Lula era um pequeno rival de Quércia... As guerrilhas e terrorismo não acabaram em 1964/1984, apenas mudaram de nome: PT, PCC, MDB, PMDB e outros...

Orestes Quércia reorganizou o MR8 (assista o filme "O Poderoso Chefão" - Rivalidade de gangues com influência política) e com o dinheiro dos assaltos comprou parte do Jornal A Folha de São Paulo, rádios, jornais... Roubou como Lula (não haviam redes sociais para divulgar), fazia estradas vicinais em terra firme com custo maior que estradas no pantanal de MT. Controlava a imprensa mais que o PT, pois não haviam redes sociais...Disputa pela herança de US$1 Bilhão deixada por Quércia (apenas o oficialmente em seu nome, sem contar "Laranjas"...)

Quércia tirou a munição e uniformes da PM de SP... Munição tão velha que não atirava... Mário Covas demorou anos para reativar a PM ( http://www.ternuma.com.br/index.php/2013-08-22-03-34-31/357-movimento-revolucionario-8-de-outubro-mr-8 ). A PM no inverno emprestavam jaquetas uns aos outros...

Um dia meu primo Dortinha, Dorta, investigador de polícia em Ribeirão Preto, veio até minha casa perguntar do japonesinho da reunião há anos atrás (estava abrigado em minha casa pela Sandra Zampieri). A Sandra percebeu a conversa e pegou minha bolsa com minha arma e levou para dentro. Temi pela vida de meu primo, meu filho (creio que minha filha Namira já havia nascido) e "tranquilamente" disse não conhecer o japa que estava abrigado em minha casa há alguns dias...

Deixei o ramo de jóias e ouro quando soube da morte de meu amigo, Delegado Federal Ricardo Lenner, temi que o MR8 dos Zampieri estivesse relacionado com sua morte... Os Lenner, da Exacta Denoir, me financiavam para comprar ouro em todo o estado: eu ligava e em minutos o valor estava em minha conta no Bradesco. Trabalhava principalmente em Baurú, onde garimpeiros vindos da Bolívia de trem me ligavam e tinham o melhor preço...

Quércia, com os "desvios" de estradas vicinais mais caras do planeta, assaltos do MR8, comprou rádios, parte da Folha de São Paulo e outras mídias. Iniciou a maior participação de mentiras comunistas reescrevendo a história. Quércia e Lula estão ligados a morte de Ulisses (esquerda social democrata, mas não era bandido - Ulisses era amigo de Golbery tb social democrata)...

Decidi então me afastar de meus filhos e denunciar a quadrilha ( em algum tempo me reaproximar, ou ter até a posse se eu ainda estivesse vivo ). Comuniquei à minha mãe que o primo dela em 2º Grau, Dortinha, quase foi morto, mas minha mãe me proibiu de denunciar, pois meu irmão, Pedro Jardim, estava trabalhando para a quadrilha recolhendo apostas de jogo do bicho e ganhando bem, mais algum tempo meu irmão já era laranja de uma loja de veículos da quadrilha...

Algum tempo depois decidi me separar, ir para Limeira, montar uma fábrica de bijuterias. Arrumando minha situação financeira tomar uma atitude contra a quadrilha. Limeira fabricava canos com raias para até ponto cinquenta, silenciadores e eu era atirador instintivo. Meu plano era abater isoladamente 1 a 1 da família mafiosa italiana (com silenciador), e equipe MR8 para recuperar meus filhos...

Me mudei só para Limeira, aluguei um casarão que seria uma fábrica (eu usaria 1 quarto), mas a Sandra apareceu com as crianças... A sogra Ana começou a frequentar minha casa e cafetinar novamente (tanto em Araraquara como em Limeira eu tinha informante).

Eu não tinha mais sexo com a Sandra, ela saía com o gerente do Itaú que morava em uma república ao lado, eu passava a semana fora. Só ficava em Limeira nos finais de semana. Um dia a Sandra apareceu de surpresa no hotel onde eu estava em São Paulo, passou a noite e 7 meses depois teve uma filha que não foi prematura. Era irmã de meus filhos e sempre a tratei como filha.

Estava indo bem financeiramente em Limeira, tinha criatividade e conseguia colocar os custos de produção, despesas de viagens e tudo mais multiplicado por 6. Em 1 ou 2 anos em Limeira eu já tinha 3 malas gigantes com bijux variadas para gostos finos e populares. Já vendia no Shopping Iguatemi para a Radana da Renata Bijuterias... Sabia do risco de concentrar meu ganho em mais bijux e malas, já tinha mais de US$100.000,00 (tempo do Sarnei) em mercadorias e vendia tudo na cotação do dia... mas fui roubado enquanto virei para pagar umas embalagens na região da 25 de Março, uns 10 segundos sem olhar para meu carro que estacionei em frente da loja de embalagens.

Sem capital algum, sem ter como visitar meus clientes, passei a produzir coisas quase sem lucro, sem criatividade e forcecer para a 25 de Março. Ali a única forma de ganhar era com grande quantidade e margem pequena de lucro... Mudei para São Paulo, aluguei duas salas no Edifício Mirante do Vale (até hoje o maior prédio de São Paulo) e improvisei uma fábrica de bijux...

Fui crescendo e logo aluguei um grande galpão de 2 andares, Sandra fazia questão de fazer entregas na 25 de Março... "Saía" com muitos lojistas e funcionários, mas eu estava educando bem meus filhos, escolhia 5 filmes educativos por semana, os levava todos os finais de semana ao Horto Florestal... Cresci mais, desenvolvi máquinas... Meu ponto fraco era não ter "banho de ouro" próprio, os banhos terceirizados davam muito problema, comprei equipamentos, aprendi a galvanizar... Crescendo rápido e bem... Fui chamado em uma grande empresa de representações comerciais que eu fornecia na Av. Senador Queirós e o proprietário me proibiu de deixar a Sandra fazer entregas lá ( por paquerar e chamar para trepar clientes na sala de espera ). Ela tomava uma droga injetável, destas de academias que a fazia ser agressiva comigo (creio que o nome era Durateston), partir para agressão (era mais alta que eu, mas como eu tinha uma fábrica para cuidar e manter, eu era mais forte) e trepar com todos...

Eu estava pronto para um grande salto, voltar aos meus clientes finos, como a Radana da Renata Bijuterias no Shopping Iguatemi. Confiava em minha criatividade e iria lançar uma grande grife. Aluguei uma grande residência em Limeira, teria a galvanização no grande subsolo, tinha um grande quintal onde eu estava autorizado a fazer um galpão...

Mudei para Limeira, as crianças ficariam felizes, casa muito grande com banheira de hidro, 3 banheiros, 1 suíte, 4 quartos, garagem coberta para 4 carros (no futuro breve, seria estacionamento e sala de espera para clientes). Já havia feito a mudança e por último levei meus filhos e a Sandra Zampieri que chorou no caminho, chorou muito...

Saímos do bairro Água Funda em SP, onde no 1º dia em que mudamos para lá fui à uma mercearia (logo após a mudança) no começo de noite onde havia muita gente dentro e na calçada. Fui pedindo licença e entrando até que tropeçei em um corpo, tudo tão "normal" que entrei comprei e saí... No caminho da escola de minhas crianças às 7h da manhã sempre havia um enforcado em uma árvore em terreno ao lado da Siderúrgica Aliperti (era como nos filmes cowboy). Tiroteios na noite e notícia do morto no dia seguinte. Ao menos 4 desovas semanais em grande terreno na esquina da Miguel Stefano com a Av. dos Bandeirantes (campo de futebol na época)... Pedia para usar o maçarico de uma oficina vizinha, sem mais nem menos as portas se fechavam e um carro era cortado em minutos (um apoiando um toco de medeira de um lado e outro com o machado do outro)... Eu tinha que fazer oferendas de champagne e galinhas nas esquinas, tomar banho de ervas (arruda e etc.), ir à cartomantes... Dezenas de pessoas derrubaram as paredes do fundo de um depósito frigorífico em um domingo à tarde e saíram carregando aqueles ganchos com peças de 50 kg aproximados pelas ruas normalmente... Viaturas da PM entravam à noite na Aliperti e a chaminé aumentava a emissão de fumaça...Todos que entravam na justiça trabalhista contra a Aliperti desapareciam... Os vizinhos que trabalhavam seriamente guardavam armas e produtos roubados, os que não trabalhavam assaltavam... Eu estava errado em tirar meus filhos deste lugar ???

...chorou muito na mudança para Limeira, Sandra tinha 27 anos e "dava" para um funcionário com apelido de "Moderno" que tinha 17 anos... Chorou a viagem toda e eu não entendi, sabia que dava pra este menino e pra muita gente na 25 de Março... Na manhã do dia seguinte da viagem de mudança saí para ir à um mercadinho perto, bem cedo e quando voltei meus filhos não estavam mais em casa... No capitulo 2 acima eu fiquei ZERADO da cabeça por minha filha (abra o link acima que este não fecha)... Alguns dias depois ela voltou com as crianças (era normal ela sumir por dias com as crianças - cafetinagem da mãe e outros motivos) e mais uma parente, passou o dia em casa com as crianças e a parente, passou o dia pegando muitas roupas, sacolas, malas. Isto me preocupou, para não fazer besteira tomei vários Rohypnol e ia dormir quando ela me chamou para levá-los a um posto na Rodovia Anhanguera onde havia ônibus para Araraquara a cada 30 minutos... O Rohypnol é um hipnótico e sonífero muito forte (quem toma tem que dormir, ou pode fazer coisas sem se lembrar, pode até matar e não se lembrar) e me lembro de alguns lances: tomar muito café no posto para cortar o efeito (depois soube que o café escorria pela camisa, que o dono do posto chamou a PM, mas não me lembro) me lembro de estar na delegacia me justificando, me lembro da PM me levar para casa, me lembro do carro ferver na entrada de Araraquara, devo ter percebido a temperatura alta, parei o carro e abri a tampa do radiador, me queimei e acordei, fui até o telefone da Polícia Rodoviária, meu irmão Geraldo veio me ajudar (viajei quase 200 km, paguei pedágios e não me lembro). No dia seguinte cedo fui na casa da sogra, Ana, e lá estava a Sandra com o MODERNO...

Fiquei uns 15 dias em Araraquara, meu filho Fábio queria ficar comigo, mas minha irmã Thelma Dorta Jardim era contra: filho era da mãe...Voltei para Limeira e muitos equipamentos haviam sido roubados (subsolo) e não dava para comprar novamente, contratei um segurança e voltei para Araraquara ( e o segurança me roubou muito )... Em Araraquara pedi conselhos a Sérgio Cavalcante Figueiredo, amigo advogado, falei da quadrilha e meus ploblemas, ele já havia enfrentado quadrilhas em Nova iguaçú, RJ e teve que sair de lá para proteção das filhas. Sérgio disse não poder garantir minha segurança, mas que eu devia denunciar tudo e que ele ajudaria a chegar na grande imprensa, que a história forte e algum dinheiro tudo seria publicado... Alguns meses depois tudo estava pronto para ser publicado, eu tinha alugado uma casa em Araraquara, tinha um estoque grande de bijux feitas quando morava em SP, iria vender barato na 25 de Março e pagar os contatos que Dr. Sérgio fez na imprensa (já havia feito 2 contatos no RJ e 1 em SP), mas meu tio Dirceu Silva Jardim havia sido meu fiador em Limeira e minha tia Alzira Almeida Jardim estava intermediando minha volta com a Sandra (a Sandra queria voltar comigo - passava em casa e tirava a roupa - peguei algumas vezes, mas não eu queria voltar - estava se prostituindo abertamente em uma boate). Depois de muitas ligações de minha tia Alzira eu perdi a paciência e fui bem claro que eu não voltaria com aquela mulher e a titia com raiva não me deu tempo para pagar a fiança que o Dirceu pagou em Limeira, pegou a maior parte de minhas melhores bijuterias. Então, Não tive como "pagar" os jornalistas. Não era exatamente pagar, seriam reuniões em almoço, ou jantar em restaurantes de hotéis finos e depois levá-los ao quarto do hotel para escutar algumas fitas K7, o conjunto das minhas palavras e fitas poderiam levar à uma publicação direta ou uma investigação e publicação. Com esta publicação Dr. Sérgio disse que se eu fosse morto haveria forte repercussão, consequentes investigações e que a quadrilha pensaria 2 vezes...

Foi quando Ivana Shizue Oisi entrou em minha vida, estávamos saindo, algumas noites ela passava em minha casa. Apareceu em uma tarde em que eu estava gravando uma conversa com a Sandra ( eu supunha com a Sandra que voltaria se ela se afastasse da quadrilha - família - e iríamos para outro estado ) e começou a gritar com a Sandra que saísse de minha casa. A conversa estava se iniciando: eu falaria sobre MR8, assaltos, nomes. Falaria também que ela deveria encerrar a prostituição (melhor ela falando que as duas fitas que tenho dos frequentadores da boate onde ela "trabalhava"...

Ivana nos dias seguintes marcou um churrasco em minha casa com sua família e de surpresa o pai dela me comunicou ter marcado uma festa de noivado na casa dele na semana seguinte, festa que para todos significaria casamento (eu era casado).

https://www.facebook.com/drinha.zampieri

[ Ivana, a Mulher que me procurou para engravidar - envolveu PMs, Guardas Rodoviários para me afastar da Sandra - eu queria me afastar da Sandra, estava fazendo gravações, faltava uma gravação final...]

Eu e a mãe de uma ex-namorada, Dona Cida, estávamos planejando a volta com a ex-namorada. A ex já tinha vindo em minha casa com Dona Cida. A única namorada que eu tive muito diálogo e que me entendi e gostei da sogra (e a sogra de mim). Só não sabia que Ivana estava me espionando com PMs a paisana, só soube anos depois... Ela não era nada minha, só estávamos saindo... Não foi por acaso que chegou em minha casa numa tarde em dia útil (horário de trabalho da Ivana)...

Ivana havia sido noiva por 9 anos e sustentado um dentista que só a explorava (montou consultorio para ele, ajudou a comprar carro importado, mas ele ia adiando o casamento)... Ivana tentou por anos fazer farmácia na UNESP, mas nunca foi aprovada no vestibular, estão foi fazer faculdade de farmácia "pagou passou" em Araras. Ivana tem cérebro de aproximados 46 centímetros de circunferência que se aproxima de microcefalia...

Ivana só planejou engravidar, quando engravidou foi para Araraquara, gastou R$10.000,00 em um parto que me desequilibrou financeiramente, pois eu já pagava sem necessidade um apartamento fino para ela na parte nobre do bairro de Santana em São Paulo, sendo que havia uma confortável kitnet montada no andar superior da fábrica... Eu ficava 15 dias sem ver a Ivana, pagava uma babá mensal para Ivana ficar apenas 2 dias por mês em SP... Ivana gritava com meus filhos e não os queria visitando o apartamento ("eu não mereço isto" gritava com meus filhos de 11 até 5 anos)... A Sandra ia para SP direto me paquerar e para resistir a Sandra eu chamava uma garota de programa que se transformou numa espécie de namorada, pois me visitava sem cobrar... A babá era residente (tinha 15 ou 17 anos) e para não pagar salário mensal para apenas raros 2 dias mensais que Ivana aparecia com meu filho Olavo, eu a comecei a levar para o escritório na 25 de Março para embalar bijuterias...Sofri tentativa de morte por João Ribeiro da Silva, ex-PM que tinha 60 casas em nome de mortos e um "morto" me alugava o sobrado da fábrica. A bala se dividiu em um ferro chato da grade... Estava desarmado e só podia comprar armas usadas (que poderiam já ter matado alguém), então fiquei com Síndrome do Pânico... Ivana, semi-microcéfala, sem entender nada retirou o fiador, primo, da 25 de Março, mas me entendi com o proprietário... Mas João Ribeiro estava revoltado por eu ter me negado a ser laranja de uma agência de viagens na Av. São João em SP (o golpe saiu no Jornal Nacional) e queria a fábrica de volta mesmo com o aluguel em dia... Ivana jurou acabar comigo e mesmo com o aluguel em dia na 25 de Março o proprietário após alguns meses que assinei contrato pediu o conjunto comercial... Ivana em 2007(?) após eu sofrer acidente efeito chicote precisou de minha assinatura para o filho viajar para os EUA e me Zuou muito, disse que aquele acidente não era nada, que eu estava velho, riu muito...

Tenho guardadas sem umidade e perfeitas, várias fitas K7, algumas de amigas da Sandra em Limeira, outras da Sandra... Desde 1978 eu gravo bem (tenho no item 2 acima uma fita que transferi para MP3 - estou sem a correia do tocador de K7 há anos). Aprendi a usar cristais para amplificar sinais de transmissores de rádio, microfones de eletreto e gravadores em aproximados 1978 para tentar salvar minha filha...

4- Minha família comunista

Será que ainda acham que comunismo dá certo? Em 2000 Registrei na Biblioteca Nacional que o PT venceria as eleições de 2002 e afundaria o Brasil. Fui ameaçado por Zé Dirceu entre 2001/2002. Fui publicado em Cuba nesta época como sendo perigoso. Na mesma época os partidos comunistas do nordeste também me publicavam e ameaçavam. Não viverei muito, mas acho que meu blog venceu os comunistas....

Em 2000 fui para Araraquara, pois estava quebrado pelas perseguições da Ivana, fui para escrever um blog baseado em meu livro registrado na Biblioteca Nacional. Quase fui morto por comunistas em uma editora ao lado da rádio CBN, na Rua das Palmeiras. Ali descobri o risco que eu passava.

Quem vai querer te ouvir? Assim me tratavam em Araraquara e me forçaram a comer alho, quando eu pedia para fazer minha comida em separado, por isto andei de bengalas por anos...

Eu fui a Dr. Arnaldo Marchesoni que me receitou anti-inflamatório, meu joelho inchou e doeu mais, Dr. Arnaldo, então me receitou cortisona injetável, então eu chorava de dor, a perna inchou, formaram varizes enormes, a perna ficou semelhante a uma pata de elefante. Voltei à Dr. Arnaldo e ele disse que eu tinha intolerância a remédios, que era síndrome de Chrow, que eu deveria enfrentar a dor sem remédios, procurar andar bastante e fazer restrição alimentar...

Como os comunistas insistiam que eu comesse alho, sem dinheiro, eu tive que vender coletâneas de músicas em CDs, andava de bar em bar para poder sentar e aliviar a dor (tomava água de torneira em copo de bar). Logo comprei um fogão e geladeira usados e comecei a comer sem alho...Em cada CD eu imprimia meu blog com a luta contra o PT...

Em 2001 fui para Santos, SP e o blog foi se difundindo...

Atenção: Se este conteúdo for retirado do ar judicialmente, ou por hackers, tenho o mesmo conteúdo em outro domínio e servidor Brasileiro. Outros na Holanda e Dinamarca, onde a justiça raramente tira qualquer conteúdo. Não encontrando este conteúdo neste domínio, faça buscas pelos artigos e conteúdo presente neste site e encontrará no Baidu buscador chinês, ou no Google. Este conteúdo na Holanda e Dinamarca está pago por 5 anos e não tenho acesso (faço parte de grupo de luta contra os comunistas).
 

Fórum de Araraquara Falcatruas MR8 Mortes

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Conhecer a história de um homem que teve a vida destruída por ex-mulher que implantou falsas memórias nos filhos.

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